Saúde 

Primeiro caso de Sarampo é confirmado no Paraná

Depois de 20 anos, o primeiro caso confirmado de sarampo no Paraná teve a certificação nesta quarta-feira (07) após a realização dos exames. A mulher, moradora de Campina Grande do Sul.  A paranaense esteve em São Paulo entre 15 e 22 de julho e começou a apresentar os sintomas na sexta-feira. O Sarampo é uma doença infecciosa grave, extremamente contagiosa, que pode evoluir com complicações e óbito, mais comum na infância, sua transmissão ocorre diretamente, de pessoa a pessoa, geralmente por tosse, espirros, fala ou respiração, por isso a facilidade de contágio.

A vacina que previne a doença (tríplice viral – VTV) está disponível nas unidades de saúde. As crianças devem receber duas doses, a primeira aos 12 meses, com a tríplice viral, e a segunda quando a criança tiver 1 ano e 3 meses, com a vacina tetraviral. Crianças com mais idade, adolescentes e jovens não vacinados ou sem comprovação de doses aplicadas, devem procurar a unidade de saúde mais próxima para atualização da carteira de vacina. Pessoas ate 29 anos devem receber 2 doses da vacina com intervalo mínimo de 30 dias,  e entre 30 e 49 anos, tomando apenas uma dose. Exceção feita às mulheres grávidas e aos indivíduos imunodeprimidos.

Além da vacinação devem-se evitar lugares fechados com aglomeração de pessoas, lembrar sempre de manter locais arejados e ao tossir ou espirar proteger boca e nariz, lavar bem as mãos com agua e sabão e na impossibilidade fazer a higienização da mão com álcool em gel.

Sintomas.

Os sintomas mais característicos do sarampo são febre alta (maior que 38,5º.C), tosse, mal estar, perda de apetite,  coriza e conjuntivite, manchas brancas na parte interna das bochechas (exantema de Koplik). Numa segunda etapa, o paciente apresenta o exantema – manchas vermelhas que aparecem inicialmente no rosto e depois se espalham pelo corpo.

O Brasil ganhou certificado de eliminação do sarampo pela Organização Pan-Americana de Saúde, porem com as baixas coberturas vacinais a doença voltou a circular nos pais, por isso devemos sempre cuidar ao disseminar noticias falsas sobre as vacinas. Devemos manter o cartão vacina atualizado e procurar o posto de saúde, mas próximo a sua casa.

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