Newsletter Subscribe
Enter your email address below and subscribe to our newsletter
Enter your email address below and subscribe to our newsletter







O movimento paredista, que teve início no dia 10 de setembro, segue sem uma solução definitiva entre as categorias e as respectivas empresas. O impasse tem gerado dúvidas sobre a continuidade de serviços essenciais e o impacto direto na rotina da população que depende dessas instituições diariamente.
Conforme informação divulgada pelo veículo Banda B, uma sessão de mediação realizada nesta quarta-feira, 23 de setembro, pela Vice-Presidência do Tribunal Superior do Trabalho (TST), não resultou em um acordo. O encontro contou com a presença de representantes do banco e das entidades sindicais dos trabalhadores.
O foco central da disputa é o Saúde Caixa, o plano de assistência médica destinado aos empregados. A proposta apresentada pela instituição financeira sugere alterações estruturais no custeio do benefício a partir de 2027.
Entre as mudanças ventiladas, está a ampliação do limite de participação do banco no financiamento, passando de 8% para 9%. Além disso, a proposta inclui uma contribuição de 3,7% para os empregados, aposentados e pensionistas, visando a sustentabilidade do modelo.
Além da questão da saúde, a Caixa apresentou condições para reajustes salariais e benefícios. A oferta prevê o reajuste pelo INPC acrescido de 0,6 ponto percentual para os anos de 2026 e 2027, com um aumento de 4,6% nos benefícios já em 2026.
Apesar desses pontos, a proposta não foi acatada pela categoria.
Com a continuidade da greve, os usuários enfrentam alterações no atendimento. A orientação é priorizar os canais digitais, como o aplicativo do banco, além de utilizar caixas eletrônicos, lotéricas e correspondentes bancários para operações rotineiras.
Vale ressaltar que pagamentos, saques e movimentações simples seguem disponíveis nessas plataformas. Contudo, procedimentos que exigem atendimento especializado ou análise interna podem sofrer impactos e atrasos significativos durante o período de paralisação.
1. Por quanto tempo dura a greve da Caixa? A paralisação dos funcionários da Caixa e dos Correios atingiu o 15º dia nesta quinta-feira, 24 de setembro.
2. Por que os funcionários não aceitaram a proposta? O principal ponto de impasse permanece sendo o modelo de custeio e as mudanças propostas para o plano de saúde, o Saúde Caixa.
3. O banco ainda está oferecendo reajustes? Sim, a Caixa propôs reajuste pelo INPC mais 0,6 ponto percentual para 2026 e 2027, além de 4,6% de aumento em benefícios.
4. É possível realizar saques durante a greve? Sim, os clientes podem realizar saques e pagamentos através de caixas eletrônicos, lotéricas e canais digitais.
5. Existe previsão para o fim da greve? Não há uma data definida, pois as negociações mediadas pelo TST continuam abertas para que as partes alcancem um consenso.