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O encontro, mediado pelo jornalista César Tralli, serviu como o último momento de embate direto entre os candidatos antes da votação do segundo turno, agendada para este domingo (25). A dinâmica do programa abrangeu temas centrais como economia, saúde, educação e segurança Público.
Conforme informação divulgada pelo veículo Banda B, os candidatos utilizaram os blocos do debate tanto para apresentar planos de governo quanto para questionar a trajetória e o histórico de conduta do adversário, elevando o tom em diversos momentos da discussão.
No campo Econômica, o presidente Lula defendeu a Políticas de valorização do salário mínimo, afirmando que, sem as ações dos governos petistas, o valor seria de 900 reais. Por outro lado, Flávio Bolsonaro criticou os resultados da atual gestão, mencionando dificuldades enfrentadas pela população com o custo de vida e o preço dos alimentos.
O endividamento das famílias também foi pauta recorrente. Flávio Bolsonaro propôs a criação de um Banco da Prosperidade a partir da Caixa Econômica Federal para facilitar o crédito e a renegociação de débitos. Lula, em contrapartida, destacou os programas de renegociação já implementados e criticou o impacto negativo das apostas on-line nas finanças dos brasileiros.
Um dos momentos de maior tensão ocorreu quando o tema da segurança Público foi abordado. Flávio Bolsonaro questionou sobre a redução da maioridade penal e a classificação de facções como organizações terroristas. O senador citou o caso de Ana Clara Gomes Machado, menina morta durante ação policial em 2021.
Lula rebateu mencionando a atuação de Flávio como advogado do policial militar envolvido no disparo, que buscava reverter uma decisão judicial. O senador defendeu o direito à assistência jurídica de qualquer acusado e manteve suas propostas de endurecimento de penas para integrantes de organizações criminosas.
O quarto bloco foi dominado por denúncias mútuas. Lula questionou a rapidez na resolução de um processo envolvendo uma ilha em Angra dos Reis, que teria beneficiado um advogado próximo ao senador. Flávio negou qualquer suposta irregularidade e afirmou que o caso já foi analisado pelo Judiciário.
Outro ponto de atrito envolveu o Banco Master, com ambos os candidatos trocando acusações sobre presentes recebidos e relações com o setor bancário. A discussão sobre a abertura de sigilos de cartões corporativos e gastos do Palácio da Alvorada também foi utilizada por ambos para cobrar transparência e criticar as gestões passadas.
Quando será a votação do segundo turno? A eleição está marcada para este domingo, dia 25 de outubro de 2026.
Quais foram os principais temas econômicos discutidos? O debate focou na valorização do salário mínimo, no endividamento das famílias, no custo de vida e em propostas de crédito como o Banco da Prosperidade.
O que foi dito sobre o caso da menina Ana Clara? O tema surgiu na discussão de segurança Público, onde Lula criticou a atuação de Flávio Bolsonaro na defesa jurídica do policial acusado, enquanto o senador defendeu o direito de defesa e propostas de penas mais rigorosas.
Houve discussão sobre o Banco Master? Sim, os candidatos trocaram acusações sobre possíveis irregularidades, presentes e relações com o dono da instituição financeira.
Qual a posição de Flávio Bolsonaro sobre a licença-maternidade? Durante o debate, o senador reconheceu que votaria de forma diferente caso pudesse rever sua posição passada contrária à ampliação do benefício.