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Mattos explica por que Ancelotti ainda segura atacante

Mattos explica por que Ancelotti ainda segura atacante

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Para Mattos, a frase “nem uma coisa nem outra” resume o problema de encaixe: o treinador enxerga no elenco opções que cumprem melhor papéis específicos, seja como referência, seja como segundo atacante mais associativo.

Gabriel Sá defendeu que a seleção precisa dar mais espaço aos jovens, mas sem transformar isso em “apenas garotada”. Na visão dele, o caminho passa por equilíbrio e por minutos em campo já no próximo jogo.

Tem que equilibrar. Não é lançar apenas juventude, apenas garotada… A Copa do Mundo exige outra coisa também. Mas acho que ele pode sim colocar mais espaço para os jovens, para o Endrick e o Rayan. Acho que sim, ele tem que dar mais espaço para esses jovens no jogo contra o Haiti principalmente.
Gabriel Sá

Luiza Oliveira afirmou que a impaciência aumentou depois da estreia, que ela descreveu como um jogo “muito ruim”, com erros básicos e desorganização. Para ela, o cenário pedia um jogador capaz de quebrar linhas e desequilibrar.

A seleção foi muito ruim especialmente nos primeiros 30 minutos, um time extremamente nervoso, errando questões muito básicas de fundamento e também um time taticamente completamente perdido. E como o Ancelotti não colocou o Endrick nem saindo do banco em nenhum momento daquele jogo, isso aumentou ainda mais a impaciência da torcida. Para mim era muito jogo para ele.
Luiza Oliveira

A comentarista ainda sugeriu que a falta de um rótulo claro, de “não ser uma coisa nem outra”, também pode explicar a imprevisibilidade do atacante, mas apontou que o treinador parece priorizar o trabalho sem a bola e a recomposição.



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Corinthia Mes

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