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Rock in Rio mantém compromisso com projetos socioambientais e investe R$ 118 milhões em causas sociais

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Com 41 anos de trajetória, o Rock in Rio amplia seu papel para além da música ao consolidar investimentos expressivos em projetos socioambientais e inclusão.

O festival, que teve início nesta sexta-feira (4) na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, reafirma seu propósito de integrar entretenimento e impacto social. Desde a criação do projeto Por Um Mundo Melhor em 2001, o evento tem sido um canal para promover transformações em diversas esferas da sociedade.

Conforme informação divulgada pela Empresa Brasil de Comunicação, a organização do festival contabiliza um investimento total de R$ 118 milhões em iniciativas socioambientais. O alcance dessas ações soma mais de 200 instituições apoiadas e beneficia diretamente mais de 1 milhão de pessoas ao longo das últimas décadas.

Foco no combate à fome e parcerias estratégicas

A parceria com a Ação da Cidadania é um dos pilares do evento, completando 25 anos de atuação conjunta. Nesta edição, o objetivo é alcançar a marca de 2 milhões de pratos de comida. Para monitorar essa meta, o festival instalou o Pratômetro, um painel no gramado da Cidade do Rock que exibe em tempo real o volume de doações recebidas pelo público.

De acordo com Roberta Medina, vice-presidente executiva da Rock World, a estratégia de atuação é dividida em escalas temporais. O combate à fome é tratado como uma prioridade de curto prazo. Já no médio prazo, o festival mantém o apoio à organização Gerando Falcões, focada no projeto Favela 3D, que busca promover dignidade e reduzir os índices de pobreza em comunidades selecionadas.

Compromisso ambiental e mudanças climáticas

No horizonte de longo prazo, o Rock in Rio mantém seu foco na pauta ambiental. A preocupação com as mudanças climáticas impulsionou o desenvolvimento de projetos como o Amazônia Live, voltado para a conscientização ecológica e a preservação da Floresta Amazônica. A gestão interna do evento também busca minimizar impactos, controlando o consumo de energia, o tratamento de água e a correta gestão de resíduos.

Acessibilidade e combate à violência

A edição de 2026 traz avanços significativos na inclusão. A intenção, segundo a organização, é que a diversidade dentro do festival cresça a cada ano, proporcionando um ambiente mais acolhedor para todos os participantes.

Além da acessibilidade, o evento introduziu o Espaço Plural e o Espaço Delas. Essas áreas possuem o objetivo de promover a conscientização e o enfrentamento à violência de gênero. Com essas medidas, o festival reforça que valores como respeito, cuidado e pertencimento são parte fundamental da experiência oferecida aos visitantes na Cidade do Rock.

Perguntas Frequentes

Qual o valor total investido pelo Rock in Rio em projetos socioambientais?
Segundo a organização, o festival soma R$ 118 milhões investidos em projetos socioambientais ao longo de sua história.

Quantas instituições já foram apoiadas pelo festival?
O evento já prestou apoio a mais de 200 instituições, beneficiando mais de 1 milhão de pessoas diretamente.

Como funciona a parceria com a Ação da Cidadania?
A parceria, que dura 25 anos, foca no combate à fome. Nesta edição, o público pode fazer doações em um espaço exclusivo e acompanhar o avanço das metas através do Pratômetro.

O que é o projeto Favela 3D?É uma iniciativa desenvolvida pela organização Gerando Falcões, apoiada pelo festival, que visa transformar Favela de pequena escala para melhorar a qualidade de vida dos moradores.

Quais medidas de inclusão foram adotadas nesta edição?O festival ampliou Espaço para pessoas com deficiência, incluiu uma sala de sensibilização sensorial para neurodivergentes e criou áreas específicas para o debate sobre violência de gênero e conexão feminina.

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fabioaugusto
REDAÇÃO: UBIRATÃ ONLINE - FÁBIO AUGUSTO CELESTINO

Desde 2003 trabalhando com notícias.

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