– Eu sempre ouvia: “Ai, a Noruega sempre ganha do Brasil, vocês nunca ganharam”. E ficou aquela história por 20 anos. Daí um dia eu comentei com o meu marido (que é norueguês) e falei: "Eu não aguento mais isso". Eu queria fazer a revanche desse jogo, só para botar um ponto final nessa história. E ele disse: "Pô, por que que a gente não faz?" – conta a jornalista gaúcha, que ouviu o desafio do editor do jornal, que terminaria como um dos patrocinadores do evento.
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Corinthia Mes
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