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Tragédia no Macuco Safari: entenda como funciona o passeio nas Cataratas do Iguaçu após morte de turista holandês

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O passeio de barco do Macuco Safari é uma das experiências mais procuradas por quem visita o Parque Nacional do Iguaçu, mas um acidente fatal trouxe alerta.

O Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, foi palco de uma tragédia nesta terça-feira, quando uma embarcação do Macuco Safari virou durante um passeio. O incidente resultou na morte de um turista holandês de 25 anos.

O grupo contava com oito pessoas, sendo seis turistas estrangeiros e dois tripulantes. Todos foram resgatados da água, mas a vítima não resistiu após sofrer uma parada cardiorrespiratória, conforme informações divulgadas pelo g1.

Para entender melhor o que aconteceu, é preciso analisar como funciona esse roteiro turístico que atrai milhares de pessoas anualmente. A seguir, detalhamos as etapas da atividade e as medidas de segurança adotadas pela empresa.

Como é o roteiro completo do Macuco Safari

O passeio de barco tem duração total de cerca de duas horas. A experiência começa com um trajeto de dois quilômetros em veículos elétricos por dentro da mata, seguido por uma trilha a pé de 600 metros até o deck de embarque.

Após chegarem ao deck, os visitantes encontram estrutura básica, como banheiros e guarda-volumes. É neste ponto que ocorre o embarque para a navegação pelo Rio Iguaçu, momento em que o barco se aproxima das quedas d’água, ponto alto da aventura.

Regras de segurança e exigências para os turistas

O uso de colete salva-vidas é uma exigência obrigatória para todos os passageiros durante todo o período em que estão na água. Não existe uma restrição de idade específica para participar, mas menores devem estar acompanhados pelos responsáveis.

O ingresso para o passeio é cobrado à parte da entrada do parque, com valores que variam entre R$ 192 e R$ 767, dependendo da modalidade escolhida. A empresa ressalta que atua há mais de 40 anos no local com certificações de segurança.

Investigações e situação atual do passeio

Após o acidente, as atividades do Macuco Safari foram suspensas. A Marinha do Brasil, por meio da Capitania Fluvial do Rio Paraná, iniciou uma investigação para apurar as causas, circunstâncias e eventuais responsabilidades pelo ocorrido.

O ICMBio, órgão que fiscaliza o contrato de concessão, verificou a documentação da empresa e concluiu que tudo estava regular. Enquanto isso, a empresa informou que está prestando assistência integral aos sobreviventes e colaborando com as autoridades.

Assistência aos envolvidos no acidente

Além da vítima fatal, outros ocupantes do barco receberam atendimento médico. O piloto e o copiloto foram avaliados por equipes do Corpo de Bombeiros e liberados. Outras quatro vítimas também foram atendidas no local e liberadas sem ferimentos graves.

Quem já havia adquirido o passeio pode solicitar o ressarcimento ou a remarcação da data. A empresa reforça que lamenta profundamente o ocorrido e se solidariza com os familiares e amigos do turista holandês que faleceu.

Perguntas frequentes sobre o passeio

O uso de colete salva-vidas é obrigatório? Sim, todos os passageiros devem utilizar o equipamento de segurança durante toda a navegação.

O Macuco Safari possui licença para operar? Segundo o ICMBio, a documentação da concessionária está regular e em conformidade com as normas do Parque Nacional do Iguaçu.

O que fazer com os ingressos comprados após o acidente? Os visitantes que tiveram o passeio cancelado podem optar pelo ressarcimento do valor ou pela remarcação da data da visita.

Existe limite de idade para o passeio? Não há restrição de idade, porém, menores de idade precisam estar obrigatoriamente acompanhados por seus responsáveis legais.

Quem está investigando o caso? A Marinha do Brasil, através da Capitania Fluvial do Rio Paraná, é o órgão responsável por identificar as causas do naufrágio.

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