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Duas vereadoras da cidade de Contenda, na Região Metropolitana de Curitiba, foram surpreendidas por uma fiscalização de rotina enquanto utilizavam um carro oficial da Câmara Municipal.
O flagrante ocorreu na tarde da última sexta-feira, dia 31, na altura do quilômetro 252 da BR-277, na região de Irati, no centro do Paraná.
Conforme informações divulgadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), as parlamentares transportavam quatro ampolas de emagrecedores trazidas de forma irregular do Paraguai.
De acordo com o relato da PRF, o veículo oficial foi parado durante uma fiscalização de trânsito por volta das 14h. As vereadoras retornavam da fronteira quando foram abordadas pelos agentes na rodovia.
Ao realizarem a vistoria de rotina no porta-malas do carro, os policiais localizaram as ampolas do medicamento para emagrecimento escondidas entre diversos pertences pessoais das ocupantes.
A corporação confirmou que os produtos não possuíam qualquer documentação que comprovasse a importação regular, além de não apresentarem a necessária receita médica para o consumo.
A falta de registro legal torna a substância proibida para comercialização e circulação em território nacional, o que motivou a apreensão imediata da carga pelas autoridades competentes.
Após a apreensão, o material foi lacrado e encaminhado para a Receita Federal para os procedimentos cabíveis. A motorista do veículo pode responder legalmente pelo crime de contrabando, segundo informou a PRF.
As duas vereadoras foram liberadas pelos agentes no local, logo após a comunicação do fato para a Polícia Federal e para a Receita Federal, que darão continuidade à apuração do caso.
O que foi encontrado no carro oficial? Foram apreendidas quatro ampolas de um medicamento para emagrecimento que não possuía documentação legal.
Onde ocorreu a abordagem? A fiscalização aconteceu na BR-277, em Irati, no Paraná, durante uma ação de rotina da Polícia Rodoviária Federal.
Qual a origem dos medicamentos? Segundo a PRF, os produtos foram trazidos de forma ilegal da fronteira com o Paraguai.
As vereadoras foram presas? Não, elas foram liberadas após os procedimentos de comunicação às autoridades federais, mas a condutora pode responder por contrabando.
Qual o próximo passo da investigação? A mercadoria seguiu para a Receita Federal, e o caso segue sendo acompanhado pelos órgãos de controle para as medidas legais necessárias.