Newsletter Subscribe
Enter your email address below and subscribe to our newsletter
Enter your email address below and subscribe to our newsletter







O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar o uso de força militar em países da América Latina e do Caribe durante discurso na sede das Nações Unidas, segundo cobertura do CGN que cita a Agência Brasil.
Na fala, de quase 40 minutos, Trump disse que os EUA não permitirão que ameaças ao país ganhem terreno no Hemisfério Ocidental e fez comparações entre cartéis de drogas e organizações terroristas.
Em outro trecho citado pelo veículo, Trump disse: “Foi uma guerra, mas talvez seja o maior negócio já realizado. Ao vencedor pertencem os espólios; todos vocês já ouviram isso”.
O CGN, citando a Agência Brasil, reportou que Trump afirmou que os EUA invadiram a Venezuela e sequestraram o presidente Nicolás Maduro alegando que Caracas seria um “narcoestado”. A matéria acrescenta que, após a prisão de Maduro, o Departamento de Justiça dos EUA teria retirado a acusação de que ele lideraria o suposto “Cartel de Los Soles” e que a existência desse grupo não é consenso entre especialistas.
Ainda conforme a cobertura, na semana anterior os EUA retiraram a Venezuela da lista de países que não combatem o narcotráfico, onde o país estava desde 2005.
Durante o discurso, Trump comparou cartéis latino-americanos ao grupo extremista ISIS: “Acionei as Forças Armadas dos Estados Unidos para eliminá-los. Os cartéis são o ISIS do Hemisfério Ocidental”, disse, segundo o CGN. A reportagem aponta que secretários de Estado dos EUA também têm feito essa comparação para justificar possíveis ações militares na região.
A delegação de Cuba retirou-se do plenário da ONU durante a fala de Trump, em sinal de protesto, informou o CGN. O presidente citou menções diretas ao México, afirmando ter boas relações com a presidenta mexicana Claudia Sheinbaum, mas dizendo ser inaceitável que os EUA façam fronteira com um país que seria o “epicentro da violência dos cartéis” e que “o México deve retomar o controle de seu território das mãos dos inimigos da humanidade”, conforme transcrição apresentada pelo veículo.