Newsletter Subscribe
Enter your email address below and subscribe to our newsletter
Enter your email address below and subscribe to our newsletter







Relatos indicam que o homem atacou e feriu o comandante com o machado de emergência do cockpit antes de ser dominado por passageiros. Outra tripulação a bordo conseguiu pousar a aeronave na Arábia Saudita, conforme as mesmas reportagens.
Fontes citadas pela BBC afirmam que o co-piloto disse a investigadores que pretendia prosseguir com o voo até o espaço aéreo israelense, obter autorização de pouso em Ben Gurion e então provocar a colisão. Múltiplas reportagens identificaram o suspeito como Hamam al-Hammami, embora as informações sobre sua identidade sejam apresentadas como relatos.
Relatórios dos Estados Unidos e de Israel, também citados pela matéria, classificam o suspeito como um extremista “lobo solitário”; não há indicação nas fontes fornecidas de que ele agiu em nome de um grupo organizado.
O procurador-geral dos Emirados Árabes Unidos descreveu a ação como uma tentativa de realizar um “ato terrorista” e afirmou que as investigações buscarão esclarecer motivações, circunstâncias e eventuais vínculos, com os resultados a serem divulgados ao concluírem-se, segundo a BBC/Reuters.
Autoridades regionais consultadas pela Reuters e relatadas pela BBC levantaram perguntas sobre eventuais falhas de segurança: afirmaram que o homem teria sido proibido de voar pela companhia aérea de Omã, Oman Air, e transferido para função administrativa por preocupações com suas visões extremistas antes de ser contratado pela flydubai.
Segundo as mesmas fontes, a contratação pela flydubai teria ocorrido após verificações padrão que não teriam investigado sinais de radicalização. A reportagem também cita regulamentos israelenses que, conforme os relatos, impedem pilotos cidadãos de países sem relações diplomáticas formais com Israel — como Omã — de operar voos ao país.
A BBC nota ainda que autoridades australianas investigam possíveis ligações do co-piloto com a Austrália, onde ele teria estudado entre 2015 e 2017, segundo fontes citadas. As investigações nos Emirados continuam em andamento, segundo as reportagens.