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Cheia do Rio Paraná alaga áreas na fronteira e cerca de 650 famílias recebem assistência no Paraguai

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Rio Paraná subiu quase 3 metros e atingiu 120,8 m na região da Ponte da Amizade; Itaipu alerta para nova elevação

A cheia dos rios Paraná e Iguaçu avançou sobre casas, comércios e áreas de lazer na região da fronteira entre Brasil e Paraguai na manhã desta quarta-feira (14), segundo G1. Em Cidade del Leste (Paraguai), cerca de 650 famílias receberam assistência após os alagamentos; em Foz do Iguaçu (PR), autoridades monitoram moradores desalojados.

Nível do rio e previsão

Na região da Ponte da Amizade, o nível do Rio Paraná passou de 118 metros às 15h de terça-feira (13) para 120,8 metros na manhã desta quarta-feira (14), uma elevação de quase três metros em menos de um dia, conforme registro citado pelo G1. A Itaipu Binacional, responsável pelo monitoramento da região, alertou que o nível pode subir ainda e atingir 121,7 metros ao longo da quarta-feira.

Atuação no lado Paraguai

As famílias receberam transporte, alimentação e foram direcionadas a abrigos temporários; a prefeitura informou também a distribuição diária de cerca de 300 quilos de pão às pessoas atingidas, segundo o G1.

Situação em Foz do Iguaçu

No lado brasileiro, a Defesa Civil de Foz do Iguaçu identificou novos pontos de inundação e acompanha as famílias próximas aos rios. Cinco famílias da Vila Bancária, na margem direita do Rio Boicy, precisaram deixar as casas e estão abrigadas com parentes e amigos, informou o boletim citado pela reportagem.

O levantamento da Defesa Civil apontou, em um momento, cerca de 20 pessoas desalojadas; outro balanço divulgado na quarta-feira indicou 28 pessoas que precisaram deixar suas residências. Os números ainda precisam ser consolidados, segundo G1.

O Cataratas Iate Clube, próximo ao encontro dos rios Paraná e Iguaçu, também foi atingido pela água, que avançou sobre quiosques, estruturas de lazer e áreas usadas para embarcações. Equipes da Defesa Civil e da Secretaria Municipal de Assistência Social seguem visitando áreas de risco e orientando moradores.

Imagens e vídeos anexados à reportagem mostram pontos onde a água invadiu imóveis e obrigou moradores a retirar pertences e buscar locais seguros.

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fabioaugusto
REDAÇÃO: UBIRATÃ ONLINE - FÁBIO AUGUSTO CELESTINO

Desde 2003 trabalhando com notícias.

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