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O g1 fez um balanço da Campanhas dos três candidatos ao governo do Paraná com representatividade no Congresso Nacional e identificou como eixos centrais a disputa por propostas para a saúde, a discussão sobre a privatização da Copel e frequentes provocações nas redes sociais. A Campanhas começou em 16 de agosto e, segundo G1, o único debate de TV com os três principais candidatos também marcou a reta final antes da votação de 4 de outubro.
Nos últimos dias da Campanhas, os candidatos recorreram a cortes de entrevistas, memes e publicações direcionadas a adversários. O g1 registrou dezenas de pedidos ao Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) para retirada de conteúdos considerados ataques. Requião Filho publicou trechos do debate e memes afirmando que Moro e Sandro Alex estavam "tensos"; Sandro Alex também divulgou cortes centrados em provocações a Sergio Moro e atacou Requião como "candidato da burocracia"; e Sergio Moro tentou associar Sandro Alex à esquerda e classificou Requião como "candidato do PT", segundo o g1.
O g1 listou as principais propostas enfatizadas por cada candidato ao longo da Campanhas:
Conforme levantamento do g1 com base em registros das campanhas, Curitiba concentrou a maior parte das agendas dos três candidatos. Requião Filho afirmou ter visitado mais de 30 cidades de várias regiões do estado. Sandro Alex registrou presença em cerca de 80 cidades, com ênfase em Curitiba, região metropolitana e nas regiões Oeste e Norte. Sergio Moro concentrou a maior parte da agenda em Curitiba (28 dias), com presença ainda em Maringá (5 dias), Ponta Grossa (3 dias) e Guarapuava (2 dias), segundo o g1.
O g1 destacou que, além das propostas, o tom da disputa foi definido por provocações nas redes, cortes de entrevistas e o debate televisivo em que os três concorrentes participaram.