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Diagnóstico precoce de câncer de mama permite cura em 95% dos casos

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O câncer de mama é a primeira causa de morte por câncer na população feminina em todas as regiões do Brasil, com exceção da região Norte. Por lá, o câncer do colo do útero ocupa a primeira posição. As maiores taxas de óbitos estão no Sul e Sudeste, com 12,64 e 12,79 a cada 100 mil mulheres, respectivamente, de acordo o Instituto Nacional de Câncer (INCA, 2022).

Muitas destas mortes podem ser evitadas quando há um diagnóstico precoce. O frequente acompanhamento e detecção ainda em estágio inicial da doença permite a cura em 95% dos casos. Por isso, neste Outubro Rosa, mês de conscientização sobre a prevenção do câncer de mama, é intensificada a recomendação do exame de mamografia uma vez ao ano para as mulheres com 40 anos de idade ou mais.

A orientação é da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM). Aquela mulher que tem histórico de câncer de mama ou de ovário na família (mãe, irmã ou filha) deve começar o acompanhamento ainda mais cedo, sempre seguindo as orientações de um especialista.

Incidência preocupa especialistas

A taxa de incidência no Brasil preocupa os especialistas em saúde. O país deverá terminar 2022 com mais de 66 mil novos casos de câncer de mama, conforme projeção do INCA. Por isso, o Instituto da Mulher e Medicina Fetal (IMMEF), de Curitiba, alerta para a importância do diagnóstico precoce.

“É um exame fundamental para prevenir estas mulheres de passarem por tanto sofrimento, em caso de um resultado positivo e que por vezes terminam em morte, podendo ser evitado com um cuidado tão simples”, afirma Dr. Adriano Chrisostomo, médico ginecologista e obstetra do IMMEF.

Neste caso, o tratamento poderá ser por meio de terapias, como quimioterapia, imunoterapia, terapia hormonal ou terapia alvo, sem a necessidade de passar por uma cirurgia para retirada do tumor ou mesmo de uma mastectomia (retirada de uma ou das duas mamas).

Sendo tão importante, quanto mais preciso for o exame, mais vantajoso para a paciente e até para o corpo clínico. A recomendação do especialista é procurar por clínicas especializadas em diagnósticos por imagem que proporcionem o resultado mais exato possível.

São dois os tipos de exames de mamografia: convencional (com aparelho analógico), e digital. “O segundo é muito mais vantajoso que o primeiro”, avalia Dr. Adriano.

O especialista destaca a mamografia digital como opção segura entre os tipos de exames existentes. Segundo ele, são inúmeras as vantagens ao paciente em relação a exames convencionais.

“Este é um momento carregado de medos e ansiedade, especialmente para aquelas mulheres que têm casos de câncer de mama na família”, afirma. Quanto maior o conforto e agilidade oferecidos a esta mulher, aliados à qualidade do resultado, menor o estresse da paciente e até do profissional de saúde”, aponta.

Vantagens da mamografia digital

Entre as vantagens que o exame digital oferece estão tempo menor de exame, baixas doses de radiação, chances mais raras de uma reconvocação de paciente para a repetição das imagens e maior precisão dos resultados em mamas de mulheres jovens e mais densas.

“E, pensando em reduzir sensações negativas em torno desse tipo de exame, o IMMEF Mulher inova com a SensorySuite, para uma experiência tranquila e confortável”, ressalta Dr. Adriano.

Ainda na sala de espera para fazer a mamografia digital, a paciente pode escolher um “tema” para o ambiente do exame, também chamado de Sala Humanizada de Mamografia. No local, é projetado o cenário escolhido por meio de imagens, sons e iluminação relaxante. “A ideia é que a experiência estimule os sentidos e o relaxamento, desfocando a paciente da percepção de sintomas de ansiedade e desconforto”, completa o médico.

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