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As cores naturais, como verdes e tons terrosos, ganham cada vez mais espaço na moda, oferecendo diferentes maneiras de expressar estilo e personalidade. Essa paleta não apenas evoca sensações associadas à natureza, mas também transforma o visual conforme as combinações e texturas escolhidas, conforme detalhado pela Recco.
Inspiradas por folhas, areia, madeira e argila, essas nuances carregam consigo atmosferas que vão desde a suavidade até a intensidade, transmitindo tanto serenidade quanto presença marcante. Entender essas qualidades permite ao usuário criar looks versáteis e coerentes com sua rotina e preferências.
A paleta formada por verdes e terrosos apresenta uma ampla variedade de nuances. Nos verdes, é possível encontrar tons amarelados, que remetem à luz do sol, e versões azuladas, com aspecto mais frio. Já os terrosos abrangem desde beges sutis até os avermelhados do barro e da argila. Essa diversidade facilita a construção de combinações equilibradas, onde tons quentes criam continuidade e os frios harmonizam com neutros acinzentados.
A combinação entre cores claras e escuras também contribui para criar contrastes interessantes, como o bege iluminando o verde-musgo ou o marrom chocolate ganhando destaque ao lado de nuances suaves.
Mais do que as tonalidades, a textura dos tecidos influencia diretamente como as cores são percebidas. Tecidos transparentes como rendas proporcionam variações ao permitir que a pele apareça, enquanto malhas opacas garantem uniformidade. Acabamentos acetinados refletem a luz e fazem a cor variar conforme o movimento.
Combinar diferentes texturas dentro da mesma família cromática enriquece os visuais: um verde profundo em tecido liso e outro em renda trazem contrastes visuais. No caso dos terrosos, materiais felpudos reforçam a sensação de aconchego, enquanto superfícies polidas conferem sofisticação.
Para incorporar essas cores ao dia a dia, o ideal é começar a partir das peças já usadas com frequência. Tons neutros como branco, preto e jeans harmonizam facilmente com verdes e terrosos. Quem já tem marrons, cremes ou cáqui no armário pode acrescentar verdes para criar contraste sem perder a unidade visual.
A escolha da posição das cores também é importante, especialmente perto do rosto, onde a luz natural ajuda a revelar a interação entre a pele e os tons escolhidos. Caso um tom não seja ideal para blusas, pode funcionar bem em calças, lingerie ou detalhes do look.
Uma estratégia eficiente é definir uma cor predominante e usar outras tonalidades em menor proporção, além de variar os tecidos para trazer dimensão ao conjunto. Mais do que seguir uma regra fixa, o importante é identificar as combinações que dialogam com o estilo e a rotina de quem as usa, assegurando opções práticas e elegantes.
Segundo a Recco, marca que acompanha formas diversas de viver a moda, apostar em verdes e terrosos é também valorizar qualidade e escolhas pessoais. A inspiração na natureza não está apenas nas cores, mas no modo como elas podem influenciar a expressão visual.
Os verdes variam entre amarelados iluminados e azulados frios, enquanto os terrosos incluem beges claros até nuances avermelhadas de barro e argila.
Tecidos transparentes como renda criam variações ao deixar a pele aparecer, malhas opacas oferecem uniformidade e tecidos acetinados refletem a luz, alterando levemente a tonalidade conforme o movimento.
É indicado começar combinando com neutros já usados, observar a interação perto do rosto e variar as peças e tecidos para uma composição equilibrada e personalizada.