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Mudar a cor dos cabelos com a descoloração é um desejo comum para quem quer clarear os fios e renovar o visual. No entanto, segundo especialistas, é fundamental avaliar a condição atual do cabelo antes de realizar o procedimento para evitar danos, como a quebra e o ressecamento intenso.
A descoloração remove os pigmentos naturais da fibra capilar para clarear os fios, mas pode alterar sua estrutura, aumentando a porosidade e reduzindo a resistência. Por isso, identificar se o cabelo está preparado é um passo indispensável antes de avançar na mudança.
O estado do cabelo, e não sua curvatura ou tipo, determina se a descoloração é indicada. Fios que apresentam muita elasticidade — ou seja, que quando molhados esticam demais e não recuperam o formato original —, quebra excessiva ou pontas muito danificadas exigem mais cuidados.
Além disso, o histórico químico influencia na decisão. Processos anteriores como alisamentos e colorações podem deixar o cabelo mais suscetível a danos. Informar ao profissional todos os tratamentos realizados é essencial para uma avaliação segura.
O teste de mecha é fundamental antes do procedimento. Ele consiste na aplicação da química em uma pequena parte do cabelo para verificar a resistência dos fios e a possibilidade de alcançar o tom desejado sem riscos. Mesmo quem já descoloriu antes deve repetir o teste, pois o estado da fibra pode mudar com o tempo e outros tratamentos.
Nas semanas que antecedem o procedimento, é recomendado fortalecer a fibra capilar com máscaras nutritivas que promovam hidratação e elasticidade. Produtos como a linha Intense Coco, da H2O Evolution, são indicados para restaurar a maciez e a saúde dos fios.
Também é importante evitar o uso frequente de secadores e chapinhas em temperaturas elevadas, pois o calor pode aumentar a fragilidade do cabelo. Novos processos químicos, como alisamentos, devem ser evitados antes da descoloração, e dúvidas sobre a compatibilidade das químicas anteriores precisam ser esclarecidas com o profissional.
A lavagem do cabelo antes do procedimento pode variar conforme a técnica, mas em geral evita-se lavar no mesmo dia para que a oleosidade natural proteja o couro cabeludo. Resíduos de finalizadores devem estar controlados para não prejudicar a aplicação.
Depois da descoloração, a fibra capilar fica mais porosa, o que pode resultar em maior embaraço e perda de hidratação rápida. Recomenda-se evitar banhos muito quentes, utilizar protetores térmicos ao usar secadores e limitar o uso da chapinha para ocasionalmente, com temperaturas moderadas.
Para recuperar a força e suavidade, hidratações frequentes com produtos adequados, como as linhas Intense Coco e Nutri Ceramidas da H2O Evolution, são essenciais. A reconstrução dos fios é gradual e exige constância para manter o cabelo bonito e saudável entre os retoques.
Se o teste de mecha indicar fragilidade excessiva ou quebra, o ideal é adiar o procedimento para tratar e fortalecer os fios. Também é prudente esperar se o couro cabeludo estiver irritado ou houver dúvidas quanto à compatibilidade dos produtos químicos já usados.
Respeitar os limites do cabelo e proceder com etapas, principalmente para cabelos mais escuros, evita problemas como o corte químico e garante que a transformação ocorra preservando a saúde dos fios.
A indicação depende da resistência da fibra capilar, não do tipo ou da curvatura. Cabelos lisos ou cacheados podem ser descoloridos desde que tenham força suficiente para resistir ao processo.
O teste de mecha avalia a resistência do fio à química e verifica se o tom desejado é alcançável com segurança, evitando danos severos durante o clareamento.
Após a descoloração, é fundamental hidratar regularmente, evitar água muito quente no banho, usar protetor térmico ao secar e limitar o uso de chapinhas para manter a saúde dos fios.