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A maioria das bolsas da Ásia encerrou em alta na sessão de 7 de setembro de 2026, impulsionada pelo avanço do setor de tecnologia e pela repercussão de uma leitura mais forte do payroll dos Estados Unidos, segundo a CGN, com base em matéria da Agência Estado.
Havia, contudo, cautela no mercado diante da escalada dos rendimentos soberanos globais, da alta do petróleo e da liquidez reduzida pelo feriado do Dia do Trabalho nos EUA.
No fechamento, o Kospi da Coreia do Sul saltou 4,61%, para 6.995,39 pontos, enquanto o Nikkei em Tóquio avançou 2,12%, a 66.399,84 pontos, segundo a CGN. Entre ações japonesas, a Howa Machinery subiu 26% e a Minato Holdings ganhou 13%.
Na China continental, o Xangai Composto subiu 0,06%, a 3.932,70 pontos, e o Shenzhen Composto avançou 1,5%, a 2.530,46 pontos. Em Taiwan, o Taiex subiu 1,67%, a 47.326,27 pontos. Em contrapartida, o Hang Seng de Hong Kong cedeu 0,93%, a 25.413,12 pontos. O S&P/ASX 200 da Austrália fechou em leve alta de 0,06%, a 9.010,90 pontos.
O avanço dos rendimentos dos Treasuries e de títulos globais manteve parte dos investidores cautelosos. A Bloomberg informou que o Japão provavelmente vendeu parte de suas reservas de títulos estrangeiros, incluindo Treasuries, para financiar intervenções recorde no mercado de câmbio. Dados do Ministério das Finanças japonês apontaram queda de US$ 87,8 bilhões nas reservas de títulos estrangeiros.
Na sessão, o iene subiu e chegou a 154,05 por dólar, seu maior nível em seis meses, enquanto o mercado monitora intervenções cambiais e possíveis movimentos do Banco do Japão, conforme relatado pela CGN.
O preço do Brent atingiu US$ 97,93 durante a madrugada, o maior nível em dois meses, e chamou atenção após renovadas tensões entre Estados Unidos e Irã no fim de semana, segundo CGN. A reportagem também apontou que o Irã sinalizou que anunciará nos próximos dias uma zona restrita nas imediações do Estreito de Ormuz.