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Advogado suspeito de matar médica em Maringá teria tomado banho e fugido com o carro da vítima após o crime, aponta Ministério Público

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Detalhes da denúncia revelam que advogado suspeito de matar médica teria tomado banho e fugido com o veículo da vítima após o crime em Maringá

Conforme informação divulgada pelo portal Banda B, o advogado João Vitor Domingues Romeiro tornou-se alvo de uma denúncia apresentada pelo Ministério Público do Paraná (MPPR). Ele é investigado pelo assassinato da médica Gassi Mazia, ocorrido no início de setembro de 2026, em Maringá.

A denúncia, protocolada pela 23ª Promotoria de Justiça no último domingo (27), aponta que o suspeito teria agido de forma fria após o crime. Segundo os relatos, ele teria tomado banho e trocado de roupa dentro do imóvel antes de deixar o local com o carro da vítima.

O caso, que chocou a região, envolve acusações graves de feminicídio e abandono de incapaz. O Ministério Público sustenta que o crime foi motivado pelo sentimento de posse do acusado, que não aceitava o término do relacionamento com a médica.

O desenrolar do crime no apartamento

De acordo com os dados apresentados pelo MPPR, o crime aconteceu no dia 5 de setembro de 2026, no apartamento da vítima, localizado na Zona 02. A investigação indica que a médica foi atacada com uma faca e sofreu asfixia, com o registro de 14 feridas causadas por arma branca.

O ponto mais crítico da denúncia revela que o filho do casal, um bebê de apenas oito meses, estava no ambiente durante a ação. Após o assassinato, João Vitor teria trancado a porta de entrada com a criança sozinha no apartamento, iniciando um período de risco para o menor.

O resgate do bebê e as qualificadoras do feminicídio

A criança permaneceu desamparada por várias horas até ser resgatada. O socorro só foi possível porque um tio materno ouviu o choro do bebê e precisou arrombar a porta para conseguir entrar no imóvel e garantir a segurança do menino.

Para o Ministério Público, o crime possui três qualificadoras principais: motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. O uso da faca dentro da residência é citado como um fator que reduziu drasticamente a capacidade de reação da médica.

Situação jurídica do acusado

O advogado João Vitor Domingues Romeiro foi detido no mesmo dia em que o corpo da vítima foi encontrado. Atualmente, ele permanece preso na Cadeia Pública de Maringá, aguardando os desdobramentos do processo judicial instaurado pelo MPPR.

Perguntas Frequentes (FAQ)

1. Qual é a principal acusação contra o advogado João Vitor Domingues Romeiro?
Ele foi denunciado pelo Ministério Público por feminicídio contra a ex-companheira e por abandono de incapaz, referente ao filho do casal.

2. O que aconteceu com o bebê após o crime?
O bebê de oito meses foi deixado sozinho dentro do apartamento trancado por horas, sendo resgatado após um tio ouvir o choro e arrombar a porta.

3. Como a médica foi morta, segundo o MPPR?
A denúncia aponta que ela foi atacada com uma faca, sofrendo 14 feridas, e também foi vítima de asfixia dentro do próprio apartamento.

4. Qual teria sido a motivação para o crime?
Segundo o Ministério Público, o advogado não aceitava o fim do relacionamento e teria agido movido por um sentimento de posse em relação à médica.

5. Onde o suspeito está detido atualmente?
O suspeito permanece recolhido na Cadeia Pública de Maringá desde o dia em que o crime foi descoberto.

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fabioaugusto
REDAÇÃO: UBIRATÃ ONLINE - FÁBIO AUGUSTO CELESTINO

Desde 2003 trabalhando com notícias.

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