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No Rio Grande do Norte, as Eleitoral que possuem medidas protetivas ativas terão direito a atendimento prioritário durante o primeiro turno das eleições, que ocorre neste dia 4 de outubro. A determinação foi estabelecida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e tem abrangência em todo o território estadual.
O objetivo central da medida é assegurar a integridade física das Eleitoral e garantir condições adequadas para que exerçam o seu direito fundamental ao voto. A decisão também considera a necessidade de uma logística organizada para o deslocamento dessas mulheres, protegendo-as durante o processo eleitoral.
De acordo com o TRE potiguar, a prioridade será concedida a toda Eleitoral que possua medida protetiva vigente. A regra é válida para qualquer seção eleitoral do estado, independentemente do domicílio eleitoral da cidadã.
O órgão reforçou que o atendimento prioritário será garantido mesmo que a mulher não esteja acompanhada por forças de segurança no momento em que comparecer ao local de votação. A medida busca resguardar a isonomia no processo democrático.
A proteção dessas Eleitoral é um tema sensível no estado. Dados da Polícia Civil do Rio Grande do Norte revelam que, entre janeiro e o início de agosto deste ano, mais de 5 mil mulheres solicitaram medidas protetivas de urgência devido a casos de violência doméstica.
1. Todas as mulheres têm direito à prioridade? Não, a medida é exclusiva para Eleitoral amparadas por medidas protetivas vigentes.
2. Preciso estar com a polícia para ter prioridade? Não, o TRE informou que a prioridade vale independentemente de a Eleitoral estar ou não acompanhada por forças de segurança.
3. A regra vale para todo o Rio Grande do Norte? Sim, a determinação do TRE tem validade em todos os municípios do estado.
4. É necessário apresentar algum documento específico? O TRE recomenda que a Eleitoral esteja com a documentação que comprove a medida protetiva caso seja necessário, garantindo o acesso ao direito.
5. Qual o objetivo dessa decisão? A medida visa garantir a integridade física, a isonomia e o exercício do direito ao voto para mulheres em situação de vulnerabilidade.