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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado, 3 de outubro de 2026, durante o último ato de campanha antes do primeiro turno, que a caminhada em São Paulo reúne integrantes do governo responsáveis por prender o que chamou de “quadrilha da Previdência”, que, segundo ele, teria sido criada durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. A informação foi reportada pela Agência Estado e publicada pelo CGN.
No discurso, Lula também comentou o caso Master e disse que os adversários “estão com medo porque a cada hora aparece uma coisa nova” envolvendo o caso, acrescentando: “Só falta aparecer quem participou da orgia”. O ato encerrou a agenda oficial de campanha do presidente antes do primeiro turno, marcado para o domingo, 4 de outubro.
Segundo a Agência Estado, Lula classificou a disputa eleitoral como um confronto entre projetos: “De um lado tem a democracia e a soberania, do outro a barbárie”. Em outro trecho do discurso, afirmou que “o povo brasileiro vai derrotar a extrema-direita, os fascistas” e declarou que “do outro lado tem um chefe de quadrilha”.
O presidente também afirmou que “acabaram com tudo e nós reconstruímos” e prometeu uma “revolução educacional e tecnológica” no país, conforme relato da Agência Estado divulgado pelo CGN.
Ao falar sobre a mobilização final, Lula afirmou que “a Paulista não é da direita, é do povo brasileiro” e pediu que eleitores com mais de 70 anos compareçam às urnas no domingo, 4 de outubro. O evento em 3 de outubro foi descrito pela Agência Estado como o último compromisso oficial de campanha do presidente antes do primeiro turno.