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Cleitinho confirma favoritismo em Minas, com 54% dos votos válidos em Pesquisas

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Pesquisas Quaest aponta liderança de Cleitinho Azevedo em Minas; Patrus Ananias aparece com 23% e disputa ao Senado tem quatro nomes competitivos

Uma Pesquisas Quaest divulgada em 3 de outubro mostra o Senado Cleitinho Azevedo (Republicanos) na dianteira da corrida pelo governo de Minas Gerais, com 54% dos votos válidos, percentual que indicaria vitória em primeiro turno. Em segundo lugar aparece o deputado Patrus Ananias (PT), com 23% dos votos válidos.

Os dados e o panorama da campanha foram relatados pela Agência Estado e Publicado pelo portal CGN. A Pesquisas consolida a liderança de Cleitinho mesmo após meses de indecisão sobre sua candidatura.

Pesquisas e consistência na liderança

segundo CGN da Agência Estado, Cleitinho figurou como líder em levantamentos de diferentes institutos ao longo do ano, entre eles Quaest, Datafolha, Paraná Pesquisas e Real Time Big Data.

Histórico de indecisões na campanha

A reportagem registra que o Senado transitou por períodos de suspensão e hesitação sobre a candidatura. Em abril ele disse ao portal G1 que não havia definição; em maio manifestou apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência sem confirmar seu próprio posicionamento no governo de Minas. Em julho, o luto pela morte do irmão Matheus Azevedo, de 30 anos, por complicações de leucemia, e a ausência na convenção estadual do Republicanos, acirraram rumores sobre sua saída da disputa.

O partido chegou a divulgar nota criticando a hesitação e negando-lhe a candidatura, mas o Senado manteve a pré-candidatura, anunciou desistência em 3 de agosto e, quatro dias depois, em 7 de agosto, confirmou que seria candidato, conforme a Agência Estado.

Articulações políticas e cenário em outras frentes

A indecisão de Cleitinho alterou articulações à direita: o PL sondou Nikolas Ferreira, que declinou; negociações com o governador Mateus Simões (PSD) não avançaram; e o PL lançou a candidatura do empresário Flávio Roscoe às vésperas do fim do prazo legal. Na esquerda, o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco deixou o PSD rumo ao PSB em abril, mas declinou da disputa ao governo em maio. O PT trabalhou inicialmente para que Marília Campos concorresse ao governo, mas ela manteve a opção pelo Senado; Patrus Ananias ganhou força a partir de julho e foi confirmado como candidato. A reportagem cita também que Alexandre Kalil (PDT) é um dos principais concorrentes do campo da esquerda.

Para o Senado em Minas, a cobertura da Agência Estado informa que quatro nomes aparecem competitivos para as duas vagas em disputa.

Cenário em Espírito Santo

A reportagem ainda registra que, no Espírito Santo, a disputa pelo governo está polarizada entre o governador Ricardo Ferraço (MDB) e o ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos), com o deputado federal Helder Salomão (PT) em terceiro nas intenções de voto, segundo o mesmo levantamento citado.

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fabioaugusto
REDAÇÃO: UBIRATÃ ONLINE - FÁBIO AUGUSTO CELESTINO

Desde 2003 trabalhando com notícias.

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