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Os candidatos à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e Flávio Bolsonaro, do PL, movimentaram o cenário político nacional neste sábado. As agendas ocorreram em Natal, no Rio Grande do Norte, e na região metropolitana do Rio de Janeiro, conforme informação divulgada pela Empresa Brasil de Comunicação.
Enquanto o atual presidente, Lula, focou seu discurso em comparativos econômicos e investimentos no Nordeste, o candidato Flávio Bolsonaro apostou em uma grande moto-carreata para mobilizar seus apoiadores. Ambos os atos refletem as estratégias distintas das campanhas nesta reta final da corrida eleitoral.
A seguir, entenda os principais pontos abordados pelos presidenciáveis durante suas agendas públicas deste final de semana, focando em temas como economia, inclusão social e as propostas apresentadas por cada um dos lados para o futuro do país.
Em um comício lotado na capital potiguar, o presidente Lula relembrou as mudanças no Nordeste durante seus mandatos. Ao lado de diversos governadores eleitos da região, o candidato à reeleição defendeu o programa Pé de Meia, classificando-o como uma revolução para garantir a permanência de 500 mil jovens no ensino médio.
O candidato do PT também rebateu a proposta de um corte de 250 bilhões de reais mencionada por Flávio Bolsonaro. Lula afirmou que a elite brasileira nunca teve coragem de cortar gastos dos mais ricos, como banqueiros e fazendeiros, e que, historicamente, as medidas de ajuste sempre recaem sobre a população mais pobre.
Sobre o cenário internacional, o presidente comentou o conflito entre Estados Unidos e Irã. Lula destacou que a guerra trouxe prejuízos globais, mas ressaltou que, no Brasil, o preço da gasolina foi contido através da utilização de recursos da exportação de petróleo da Petrobras para subsidiar os custos internos.
Em São Gonçalo, Flávio Bolsonaro participou de uma moto-carreata, onde prometeu levar mais tecnologia e desenvolvimento para a população fluminense. O candidato do PL esteve acompanhado de Douglas Ruas, postulante ao governo do Rio, e reforçou seu compromisso em mudar o destino da nação.
Durante a agenda, o presidenciável declarou que, caso vença as eleições, deseja receber a faixa Presidência das mãos de seu pai, Jair Bolsonaro, que cumpre pena de vinte e sete anos por tentativa de golpe na democracia brasileira. O evento também contou com ações voltadas para o público feminino.
Flávio Bolsonaro enfatizou que, se eleito, dará atenção especial às chamadas mães atípicas e trabalhará pela inclusão. Ele afirmou que políticas transversais de inclusão estarão presentes em todos os ministérios, abrangendo áreas como segurança, assistência social e educação, em uma tentativa de responder às críticas sobre a gestão anterior do seu grupo político.
Quais estados foram palco das agendas dos candidatos neste sábado?
O candidato Lula realizou um comício em Natal, no Rio Grande do Norte, enquanto Flávio Bolsonaro participou de uma moto-carreata em São Gonçalo, no Rio de Janeiro.
Qual foi a principal crítica feita por Lula à proposta econômica do adversário?
Lula questionou a origem dos cortes na proposta de 250 bilhões de reais feita por Flávio Bolsonaro, afirmando que a elite brasileira costuma cortar gastos dos pobres em vez de atingir os ricos.
O que Flávio Bolsonaro disse sobre as políticas de inclusão?
O candidato do PL prometeu que, se eleito, a inclusão será uma política transversal presente em todos os ministérios, com atenção especial voltada para as mães atípicas.
Como Lula justificou o preço dos combustíveis no Brasil?
O presidente afirmou que o governo utiliza o dinheiro da exportação de petróleo da Petrobras para subsidiar os preços, evitando que os impactos da guerra no Oriente Médio encareçam itens básicos como feijão, pão e leite.
Qual a declaração de Flávio Bolsonaro sobre a faixa Presidência?O candidato afirmou que, caso seja eleito, tem o desejo de receber a faixa Presidência das mãos de seu pai, Jair Bolsonaro, que está preso por tentativa de golpe na democracia.