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Paulinho saiu abalado do Nubank Parque mesmo com a vitória nos pênaltis que classificou o Palmeiras à final da Libertadores. segundo CGN da Agência Estado publicada pela CGN, o atacante entrou no segundo tempo, teve desconforto na perna direita poucos minutos depois e terminou a partida mancando.
O jogador não participou das cobranças de pênalti por causa do incômodo e, no vestiário, relatou continuar sentindo dores. A preocupação do clube vem do histórico de lesões que já afetou longos períodos da carreira de Paulinho.
De acordo com o relato da Agência Estado, Paulinho entrou no segundo tempo e, depois de poucos minutos em campo, sentiu dores na perna direita. Ele deixou o gramado sem participar das cobranças decisivas e encerrou o jogo mancando, afirmando ter o incômodo no vestiário.
O atacante voltou a jogar em maio, após ficar mais de 300 dias fora devido a uma fratura por estresse na tíbia direita, sofrida em julho do ano passado durante o Mundial de Clubes. A recuperação incluiu ao menos duas cirurgias no período inicial.
Após o retorno, Paulinho teve outras três lesões: uma entorse no tornozelo em 26 de julho, uma lesão no adutor da coxa direita em 2 de agosto e, 25 dias depois, um problema no tendão do adutor longo da perna direita, conforme relato à Agência Estado.
Na coletiva após a partida, o técnico Abel Ferreira reconheceu o histórico complicado: “Ele teve uma lesão que não foi fácil de resolver, voltou a se lesionar. Vocês devem imaginar que dentro dele há dois sentimentos”, disse Abel, sem detalhar o diagnóstico.
O coordenador médico do Palmeiras, Pedro Pontin, explicou que Paulinho chegou ao clube em uma “condição especial” por ter sofrido a fratura por estresse ainda no Atlético Mineiro, ter sido operado pelos médicos do time mineiro e conviver com dores que se tornaram crônicas, segundo a Agência Estado.