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Amistosos com Austrália mostram dúvidas e soluções de Ancelotti na seleção

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Vitória por 4 a 2 e empate por 1 a 1 evidenciam troca do 4-2-4 para 4-3-3, testes de goleiros e reforços no elenco, segundo Agência Estado.

A comissão técnica de Carlo Ancelotti tirou lições distintas dos dois amistosos contra a Austrália nesta Data Fifa. O primeiro jogo, em Townsville, teve atuação criticada; o segundo encerrado com vitória por 4 a 2 mostrou uma seleção mais ajustada, de acordo com a Agência Estado, reproduzida pela CGN.

As partidas serviram para testar variações táticas, alternativas na meta e novos nomes no elenco, além de evidenciar problemas recorrentes na defesa e em bolas paradas.

Mudança tática e o papel do meio-campo

segundo CGN, Ancelotti abandonou o esquema com quatro atacantes (4-2-4) usado no empate por 1 a 1 e optou pelo 4-3-3 no jogo vencido por 4 a 2. O ajuste reforçou o setor central: Bruno Guimarães teve mais liberdade para armar jogadas e Danilo conseguiu se aproximar da área com menos obrigações defensivas estritas.

A formação 4-2-4 deixou o time com pouca movimentação no primeiro duelo, e a alteração aponta para a possibilidade de o técnico manter um meio mais preenchido, reservando o 4-2-4 como variação tática.

Goleiros testados, mas Alisson segue referência

Nos amistosos contra a Austrália, foram avaliados Hugo Souza e Otávio, com desempenhos aquém do esperado em saídas de gol e passes com os pés, segundo CGN. A reportagem destaca que a intenção da comissão técnica é ter Alisson como titular na Copa América de 2028, quando o goleiro do Liverpool terá 35 anos, e que isso não é descartado também para 2030.

Foi mencionado ainda que Pedro Morisco, do Coritiba, será titular contra a Índia no sábado, embora seja esperado que enfrente pouca exigência diante de adversário mais fraco.

Defesa com problemas repetidos e alerta para bolas paradas

A seleção sofreu três gols nos dois jogos contra a Austrália: dois em lances de bola parada (uma falta e um escanteio) e um em jogada trabalhada fora da área. A reportagem relaciona erros de saída de bola e liberdade dada a adversários na intermediária como falhas recorrentes nas últimas partidas.

O perigo nos escanteios da Austrália, mesmo sem grandes cabeceadores, também foi destacado como ponto de atenção para a comissão técnica.

Raphinha e as caras novas

Raphinha foi utilizado como falso 9 no segundo amistoso e foi elogiado por jogar centralizado, abrindo espaços e recebendo em condições de finalizar — papel semelhante ao que desempenha no Barcelona, segundo CGN. No primeiro jogo, a sua ligação com Vinícius Júnior não funcionou bem.

A lista de revelações testadas teve respostas positivas: estão entre os destaques Mauro Júnior, o zagueiro Jair Cunha e Gabriel Bontempo. Vanderson e Matheuzinho também receberam avaliação favorável e podem aparecer nas próximas convocações.

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fabioaugusto
REDAÇÃO: UBIRATÃ ONLINE - FÁBIO AUGUSTO CELESTINO

Desde 2003 trabalhando com notícias.

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