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O brasileiro Ygor Fokin Saviolli, de 35 anos, foi condenado a 12 anos de prisão nos Estados Unidos por atuar como gerente e supervisor de uma organização internacional de lavagem de dinheiro que movimentou mais de US$ 30 milhões, incluindo recursos provenientes do tráfico de drogas.
A decisão foi anunciada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos em 16 de outubro de 2026, segundo CGN da Agência Estados publicada na CGN. A defesa de Saviolli não foi localizada, de acordo com a matéria.
Segundo documentos judiciais citados pela reportagem, o grupo usava uma rede de mensageiros para colher dinheiro em espécie, depositá-lo em bancos nos EUA e transferir recursos de volta a fornecedores de drogas no exterior. As operações eram coordenadas por mensagens no WhatsApp, que reuniam facilitadores e responsáveis pelas coletas em diferentes cidades americanas.
Além de Saviolli, outros cinco réus foram condenados por participação no esquema. As penas foram anunciadas em 24 de setembro de 2026 e variam de 12 meses e um dia a sete anos e dez meses de prisão. As defesas desses réus também não foram localizadas, segundo CGN.
O Departamento de Justiça informou que os mensageiros recolhiam grandes quantias em dinheiro vivo em cidades como Atlanta, Charlotte, Chicago, Cleveland, Minneapolis, Rochester e Tampa. A reportagem acrescenta que os réus Brasileiro residiam ilegalmente nos Estados Unidos no momento das prisões.
Em junho de 2026, as declarações de culpa dos seis acusados por conspiração para cometer lavagem de dinheiro foram aceitas pelo tribunal distrital, segundo CGN. O caso foi investigado pelo FBI, com assistência da DEA e da HSI, incluindo escritórios em Brasília e Miami. A acusação foi conduzida por integrantes da Divisão Criminal do Departamento de Justiça e pelo gabinete do procurador federal do Distrito Sul da Flórida.