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A Copasa divulgou seu balanço referente ao segundo trimestre de 2026 com um lucro líquido ajustado de R$ 275,5 milhões, apresentando uma queda de 4,8% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A informação foi divulgada pela própria empresa, que também detalhou outros indicadores financeiros no período.
A receita líquida da companhia atingiu R$ 2 bilhões, representando um crescimento de 8,9% frente ao segundo trimestre de 2025. Já o Ebitda ajustado somou R$ 762 milhões, um aumento de 11,7% na mesma comparação anual, com margem ajustada de 39,0%.
Apesar dos avanços em receita e Ebitda, o resultado financeiro líquido da Copasa foi negativo em R$ 168,1 milhões entre abril e junho de 2026, um saldo maior em relação ao negativo de R$ 102,4 milhões registrado em igual período do ano passado. A empresa atribui esse desempenho ao aumento dos juros sobre financiamentos e provisões judiciais, além de pagamentos de waivers a credores em função da negociação prévia à desestatização. Parte desses efeitos foi compensada pela expansão dos ganhos em aplicações financeiras e pela capitalização de ativos.
A dívida líquida consolidada da empresa também apresentou aumento significativo, passando de R$ 5,85 bilhões em junho de 2025 para R$ 8,18 bilhões em junho de 2026. Como consequência, o índice de alavancagem, medido pela relação Dívida Líquida/Ebitda dos últimos 12 meses, subiu de 2,0 vezes para 2,8 vezes no mesmo intervalo.
Os dados financeiros refletem desafios e movimentações na gestão da Copasa, especialmente diante do processo de desestatização em curso. O aumento da receita e do Ebitda indicam desempenho operacional positivo, porém o incremento da dívida e os impactos financeiros demandam acompanhamento para garantir a sustentabilidade econômica da companhia.
O lucro líquido ajustado foi de R$ 275,5 milhões, representando uma queda de 4,8% em relação ao segundo trimestre de 2025.
A receita líquida somou R$ 2 bilhões no segundo trimestre de 2026, um avanço de 8,9% em comparação ao mesmo período de 2025.
O resultado financeiro negativo foi impactado pelo aumento dos juros sobre financiamentos, provisões judiciais, e pagamentos relacionados à desestatização, parcialmente compensados por ganhos em aplicações e capitalização de ativos.