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Fragilidade defensiva e bola parada: os números que explicam os 22 gols sofridos pelo Figueirense na Série C

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A vulnerabilidade do Figueirense nas bolas paradas e a dificuldade em conter jogadas de reinício de jogo foram os principais pontos de atenção defensiva na Série C.

O desempenho defensivo do Figueirense ao longo das 19 rodadas da Série C do Campeonato Brasileiro revelou padrões preocupantes. Segundo levantamento realizado pelo portal ge, a equipe sofreu um total de 22 gols, sendo que metade deles teve origem direta em situações de bola parada ou reposições de jogo.

Os números indicam que o setor defensivo alvinegro enfrentou dificuldades crônicas em momentos específicos da partida. Entre os 11 gols que nasceram de reinícios, o registro aponta cinco cobranças de escanteio, três faltas, dois pênaltis e uma cobrança de lateral.

Essa fragilidade em lances ensaiados e parados representou exatamente 50% dos gols sofridos pelo time na competição, conforme a análise dos dados publicados pelo ge.

O impacto das segundas bolas e rebotes

Os escanteios foram, isoladamente, a maior fonte de gols sofridos pelo Figueirense. O problema, em diversos casos, não estava apenas na primeira disputa aérea, mas na incapacidade de afastar o perigo após a primeira intervenção defensiva.

Em partidas contra adversários como Maringá e Brusque, o time permitiu finalizações após sobras de jogadas de escanteio. Um exemplo citado pelo ge ocorreu na derrota por 3 a 1 para o Maringá, onde um cabeceio atingiu o travessão e, no rebote, o adversário marcou um gol de voleio.

Cruzamentos rasteiros e a movimentação adversária

Além das bolas paradas, o Figueirense sofreu com cruzamentos de bola rolando, que representaram 27,3% dos gols totais. Diferente do que se espera, a maioria desses gols não veio de cabeçadas, mas de infiltrações e passes rasteiros.

Contra equipes como Anápolis, Barra e Guarani, o padrão defensivo falhou ao acompanhar a movimentação dos atacantes dentro da área. Os cruzamentos rasteiros terminaram frequentemente com jogadores adversários livres para finalizar de primeira, seja na pequena área ou no segundo poste.

Lançamentos longos exploraram o espaço defensivo

Outro ponto de atenção foram os três gols originados em lançamentos longos. Os adversários conseguiram explorar o espaço às costas da defesa Alvinegro, vencendo duelos de velocidade ou aproveitando saídas imprecisas do sistema defensivo.

Em episódios como o gol sofrido contra o Paysandu, uma ligação direta encontrou o atacante em profundidade, resultando em uma situação onde o goleiro Igo Gabriel acabou encoberto ao tentar realizar o corte fora da área.

Perguntas Frequentes

Quantos gols o Figueirense sofreu na Série C?
O clube sofreu 22 gols ao longo das 19 rodadas da competição.

Qual a porcentagem de gols sofridos em bola parada?
Metade dos gols, ou seja, 50% do total, teve origem em cobranças de falta, escanteio, lateral ou pênalti.

Qual foi a jogada de bola parada mais perigosa contra o time?
Os escanteios foram a modalidade que mais resultou em gols sofridos, totalizando cinco vezes.

Os cruzamentos foram apenas aéreos?
Não, a maioria dos gols originados de cruzamentos com bola rolando ocorreu por meio de passes rasteiros que encontraram jogadores infiltrando na área.

O que causou os gols de rebote citados?
O Figueirense frequentemente conseguia bloquear a primeira finalização, mas falhava ao não afastar a segunda bola, permitindo que o adversário concluísse o lance.

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fabioaugusto
REDAÇÃO: UBIRATÃ ONLINE - FÁBIO AUGUSTO CELESTINO

Desde 2003 trabalhando com notícias.

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