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O episódio mais recente ocorreu na madrugada da última terça-feira, dia 1º de setembro. Câmeras de segurança instaladas no estabelecimento, situado na Alameda Miguel Blasi, registraram toda a ação criminosa.
Conforme informação divulgada pelo portal Banda B, o proprietário do estabelecimento, Valfrido Soares Barbosa, relatou que situações semelhantes já haviam ocorrido anteriormente no mesmo endereço.
O ataque resultou na destruição de várias peças de valor religioso para os clientes. Entre as imagens atingidas estão as de Nossa Senhora de Lourdes, Santa Luzia e São Miguel Arcanjo.
Outra peça danificada foi a imagem de Carlo Acutis, santo canonizado recentemente pela Igreja Católica. Segundo o relato do proprietário, a estátua teve os pés quebrados durante a ação do vândalo.
O comerciante já havia enfrentado um problema similar em abril deste ano, quando outras imagens foram danificadas. Na ocasião, ele chegou a retirar as peças da área externa por medida de segurança.
A exposição no exterior da loja foi retomada apenas após receber pedidos de clientes e de pessoas que frequentam a região central de Londrina, que sentiam falta dos artigos religiosos no local.
O material capturado pelas câmeras de segurança já foi entregue à Polícia Civil do Paraná (PCPR). O setor de inteligência trabalha agora para identificar o responsável pelos danos ao patrimônio.
As autoridades investigam se o caso pode ser configurado como intolerância religiosa. Como o suspeito não foi detido em flagrante, o caso segue sendo apurado por meio de inquérito policial.
Onde ocorreu o vandalismo? O crime aconteceu em uma loja de artigos religiosos na Alameda Miguel Blasi, no centro de Londrina, atrás da Catedral Metropolitana.
Quantas vezes a loja foi atacada? Esta foi a terceira vez que o estabelecimento foi alvo de atos de vandalismo, segundo o proprietário.
Quais imagens foram quebradas? Foram danificadas imagens de São Miguel Arcanjo, Nossa Senhora de Lourdes, Santa Luzia e Carlo Acutis.
O suspeito foi preso? Não houve prisão em flagrante, mas a Polícia Civil utiliza as imagens das câmeras para identificar e localizar o autor dos danos.
O caso é investigado como intolerância religiosa? Sim, a Polícia Civil analisa as circunstâncias para verificar se houve motivação de intolerância religiosa contra os objetos destruídos.