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Segundo a CGN, com informações da Agência Estado, o chefe da Ferrari, Fred Vasseur, criticou a postura dos pilotos após o GP do México. O episódio intensificou a troca de críticas entre Lewis Hamilton e Charles Leclerc, envolvidos em um toque ainda na primeira volta.
Após uma classificação com Hamilton na pole e Leclerc em terceiro, a briga pela liderança na curva 4 terminou em contato. Leclerc cortou a grama e assumiu a ponta; Hamilton perdeu o controle e foi superado por Max Verstappen, que venceu a prova. Leclerc não devolveu a posição e recebeu 5 segundos de punição. No fim, Hamilton ficou em segundo e Leclerc em quarto.
De acordo com a CGN, Vasseur afirmou que a situação é uma questão de respeito entre os pilotos e disse que o traçado do autódromo não pode servir de desculpa. Ele ressaltou que a Ferrari ocupava a primeira e a segunda posições na curva 4 e, mesmo assim, deixou a vitória escapar. O dirigente atribuiu responsabilidade a Leclerc e admitiu frustração com o desfecho.
Hamilton demonstrou descontentamento pelo rádio e, depois da corrida, defendeu uma conversa séria interna, cobrando mais maturidade de Leclerc. O britânico enfatizou que as decisões ao volante afetam toda a equipe e que o trabalho em conjunto é parte do compromisso dos pilotos.
Leclerc reconheceu que a punição era cabível e evitou apontar culpados, dizendo que nenhum dos dois contornou a curva corretamente. Ele afirmou que, com uma Red Bull em segundo lugar naquele momento, tentou manter a posição e considerou o incidente como parte das disputas de corrida.
A CGN relembra que a rivalidade interna se acirrou em outras etapas: no GP da Holanda, Leclerc, mais lento, segurou o companheiro por um período prolongado; na Itália, o monegasco impediu a ultrapassagem na largada e disse que foram longe demais, enquanto Hamilton atribuiu a culpa ao colega. Os dois também travaram forte batalha na China.
Fonte: CGN.