Subscribe to Newsletter
Enter your email address below and subscribe to our newsletter
Enter your email address below and subscribe to our newsletter







Segundo o portal CGN, a Corregedoria-Geral da Polícia Civil, a Prefeitura de São Paulo e a Controladoria-Geral do Município investigam a obtenção irregular de registros de óbitos na capital paulista e o repasse dessas informações a empresas do setor funerário.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), citada pelo CGN, a segunda fase da Operação Luctus foi deflagrada na quinta-feira, 29 de outubro de 2026, para aprofundar a apuração.
A SSP-SP informou que foram cumpridos mandados de busca e apreensão em 21 alvos, incluindo um Polícia civil, um funcionário da prefeitura e empresários do setor. O grupo é investigado por crimes contra a administração pública, corrupção, acesso indevido a informações sigilosas, lavagem de capitais e delitos correlatos. A Corregedoria do Município acompanhou as diligências, ainda segundo a pasta.
Conforme a SSP-SP, a etapa atual também busca identificar vulnerabilidades nos sistemas e aprimorar mecanismos de controle interno, governança e integridade.
Uma das empresas mencionadas é a concessionária Velar SP, uma das quatro que administram os 22 cemitérios municipais da capital. A companhia é responsável por seis deles, entre eles Vila Alpina, Itaquera e Freguesia do Ó.
Em nota citada pelo CGN, a Velar SP afirmou que soube da operação pela imprensa, que não teve acesso aos autos nem à decisão judicial que embasou as diligências, e que está à disposição das autoridades para colaborar. A concessionária disse manter compromisso com a lisura e o respeito às famílias atendidas e repudiou práticas ilícitas.
Fonte: CGN.