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O clima de Copa do Mundo mexe, literalmente, com o mundo inteiro. Em Bangladesh, país localizado no sul da Ásia, a seleção brasileira e o futebol quebraram todas as barreiras geográficas possíveis. A população, que há muito tempo é apaixonada pela Amarelinha, demonstrou esse amor mais uma vez nesta sexta, dia em que o Brasil enfrenta o Haiti pela segunda rodada do grupo C, no Mundial.
Os telejornais fazem parte da programação da Somoy TV. Em prints compartilhados nas redes sociais, é possível ver uma apresentadora conduzindo o jornal das sete da noite com uma camisa da seleção brasileira.
Durante uma passagem ao vivo, um repórter da mesma emissora fala sobre um campeonato de cricket com a camisa da seleção. Na manchete da tela, traduzida, lemos: “No segundo T20 em Chattogram, Bangladesh foi derrotado por 7 runs”. A legenda cita a derrota da seleção nacional para a Austrália, no campeonato de cricket Twenty20.
Em outras passagens, a emissora mostra torcedores da seleção brasileira no país e faz mais comentários sobre a partida desta sexta. É importante destacar que Bangladesh fica a mais de 15 mil quilômetros de distância do Brasil — uma paixão que realmente rompe fronteiras.
Nesta última imagem, a manchete diz que o Brasil trata a partida com cautela. “Mesmo diante de um adversário teoricamente mais fraco, o Brasil trata o jogo contra o Haiti com muita cautela“, diz a tarja.
Nas redes, alguns internautas reagiram com bom humor à situação.
Um usuário do X brincou com o momento da seleção brasileira e disse que os torcedores de Bangladesh ficaram com a memória da seleção de 2006. — É o delay em Bangladesh, eles estão em 2006 — brincou.
Outro internauta se mostrou impressionado com o apoio de Bangladesh após tantos anos de desempenho ruins do Brasil em Copas do Mundo.
— Bizarro demais, 24 anos sem ganhar a copa e mesmo assim tem vários admiradores pelo mundo. Parece que o brasileiro perdeu essa esperança — disse.
Outro usuário elogiou a análise do jogo feita pelos telejornais.
— Eles têm análise melhor que muito meio de comunicação do próprio BR kkkkk. “O Brasil está cauteloso em relação ao jogo contra o Haiti, apesar de ser um adversário fácil”. Única ressalva é que o Haiti talvez nem seja tão fácil assim. Por ambos históricos recentes, momento pede sim cautela — afirmou.
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Em outro programa, jornalistas comentam a situação de Neymar na seleção brasileira. O apresentador, de azul, pergunta: — Será que Ancelotti o manteve apenas como uma espécie de vitrine, para que toda a atenção continue centrada em Neymar, enquanto os outros jogadores executam o plano dentro de campo?
Um dos jornalistas de amarelo responde: — Eu não acredito nisso. Acho que, na fase de grupos, como há partidas relativamente fáceis, Ancelotti quer aproveitar esses jogos para ajustar a formação da equipe e fazer avaliações. Por isso, ele não pretende utilizar Neymar nesse momento.
Fonte do Artigo
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