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O ex-presidente Donald Trump negou ter ordenado restrições ao acesso da Ucrânia ao serviço militar Starshield, após uma redução de velocidade na rede ligada ao Starlink que, segundo relatos, atrapalhou a defesa ucraniana contra ataques russos.
Elon Musk sugeriu que o governo dos EUA poderia estar por trás das restrições, e a Reuters relatou que a ordem teria saído de dentro da Casa Branca, citando dois funcionários dos EUA e um funcionário ocidental familiarizado com o assunto. Essas informações constam na matéria consultada pela BBC.
Um grupo bipartidário de senadores dos Estados Unidos assinou uma carta exigindo investigação sobre as interrupções na rede. A reportagem também registra que, no período do conflito, os EUA haviam permitido que a Ucrânia usasse o Starlink e o Starshield para sua defesa; Musk havia anteriormente cortado o acesso de Moscow ao serviço em fevereiro, dando vantagem a Kyiv, conforme a cobertura.
A tensão entre Washington e Kiev vinha sendo alimentada por um polêmico acordo de diesel entre EUA e Rússia, e o President ucraniano Volodymyr Zelensky retomou ataques a refinarias russas esta semana, após dizer que a velocidade da rede ainda não havia sido restabelecida. Em cúpula europeia, Zelensky questionou líderes do bloco: "Se eu não me levantar contra isso… quem mais o fará?"
O President francês Emmanuel Macron afirmou que os estados da UE não abandonariam a Ucrânia, e a agenda do encontro incluiu financiamento e assistência para passagem pelo inverno.
Não há confirmação pública única e definitiva sobre a origem da ordem que teria limitado a rede Starshield; a matéria consultada apresenta versões diferentes: a sugestão de Musk de envolvimento do governo dos EUA e a reportagem da Reuters que atribui a ordem a fontes dentro da Casa Branca. Nem a BBC nem a Reuters confirmaram oficialmente a autoria da medida além das fontes citadas.