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Polícia Civil fecha fábrica clandestina de cosméticos da WePink em SP e prende 13 pessoas envolvidas no esquema

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Operação Polícia em Itaquaquecetuba encerra atividades de galpão que falsificava produtos de beleza da marca WePink com o uso de insumos químicos

Uma operação da Polícia Civil, deflagrada na última quarta-feira (02/09), resultou no fechamento de uma fábrica clandestina de cosméticos. O local era utilizado para a produção ilegal de itens da marca WePink, que tem a influenciadora Virginia Fonseca como sócia.

A ação foi realizada em um galpão situado no município de Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Durante a incursão, os agentes efetuaram a prisão em flagrante de 13 pessoas que atuavam diretamente na linha de montagem dos produtos piratas.

Conforme informação divulgada pelo portal Banda B, a investigação revelou que o esquema criminoso utilizava canais digitais e feiras populares para distribuir as mercadorias falsificadas aos consumidores finais.

Como funcionava a produção e venda dos cosméticos falsos

O galpão clandestino operava na Rua Porto, no bairro Chácara Cuiabá. No local, os criminosos mantinham uma estrutura completa para copiar o catálogo oficial da marca. A polícia apreendeu maquinários industriais, insumos químicos, embalagens, rótulos e etiquetas idênticas às originais.

Os produtos fabricados sem autorização eram escoados por dois caminhos principais. O primeiro envolvia o uso de redes sociais para atrair compradores pela internet. O segundo abastecia bancas da tradicional Feira da Madrugada, localizada no bairro do Brás, em São Paulo.

Histórico criminal e pedido de prisão preventiva

Um dos pontos cruciais da investigação é a reincidência dos suspeitos. segundo Banda B do portal Metrópoles, parte dos 13 detidos já havia sido presa em junho deste ano por envolvimento em outra fábrica clandestina que também falsificava produtos da mesma empresa.

Naquela ocasião, os envolvidos foram liberados pela Justiça para responder ao processo em liberdade. Agora, diante da reincidência, a Polícia Civil informou que solicitará a conversão das prisões em flagrante para prisões preventivas, alegando risco de continuidade das atividades ilegais.

Próximos passos da investigação Polícia

Os 13 suspeitos presos foram identificados como Daniele dos Santos Stopa, Rodrigo Porfirio Camargo, Kimberli Marcela Carvalho Dias, Filipe Ferreira de Carvalho, Jesse Lass Santos, Nicole Nunes Caldas, Anna Karolina Pereira Porto, Leticia Ferreira da Silva, Levi Vitor da Silva Pereira, Vinicius Henrique Caetano Garrido, Henrique Camargo Vilaça, Jessica Silva de Souza e Vinicius da Silva Prado.

A Polícia Civil ressaltou que o proprietário do galpão não foi encontrado no momento da operação e segue sendo procurado. O caso está sob responsabilidade da 1° Cerco, vinculada à Delegacia Seccional do centro da capital, que trabalha para identificar outros distribuidores do esquema.

Perguntas frequentes sobre o caso

Onde funcionava a fábrica clandestina?
A fábrica operava em um galpão na Rua Porto, no bairro Chácara Cuiabá, em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.

Quais produtos eram falsificados?
O local produzia cosméticos e itens de beleza que imitavam o catálogo oficial da marca WePink, da influenciadora Virginia Fonseca.

Quantas pessoas foram presas pela polícia?
Ao todo, 13 pessoas foram presas em flagrante durante a operação deflagrada na última quarta-feira.

Para onde as mercadorias falsas eram enviadas?
Os produtos eram vendidos através de redes sociais e distribuídos em bancas da Feira da Madrugada, no Brás, centro de São Paulo.

Por que a polícia pedirá a prisão preventiva dos envolvidos?
A polícia solicitará a medida devido à reincidência, já que parte dos suspeitos havia sido presa em junho por crimes semelhantes envolvendo a mesma marca.

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fabioaugusto
REDAÇÃO: UBIRATÃ ONLINE - FÁBIO AUGUSTO CELESTINO

Desde 2003 trabalhando com notícias.

Artigos: 38721