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Mónica García afirmou que as medidas trariam alívio a mais de cinco milhões de pessoas e disse: “It is time to intervene in the speculative housing market and start striking a balance between ordinary citizens and vulture funds”, segundo a BBC (a fala aparece em inglês na fonte).
A deputada Míriam Nogueras, porta‑voz do partido pró‑independência Catalan Junts, criticou o acordo, afirmando que ele deixa "os pequenos proprietários à margem" e que agrupar investidores e quem aplicou as suas poupanças em um imóvel seria um erro, conforme declaração à RTVE citada pela BBC.
A reportagem relata que a mulher despejada, identificada como Maricarmen Abascal, de 87 anos, teve autorização para voltar ao imóvel após acordo com a empresa proprietária, segundo o advogado dela; ela chegou a ser hospitalizada após ser retirada do apartamento em uma maca e ainda não assinou o acordo nem pôde comparecer à reunião do governo.
Após o despejo, manifestantes montaram um acampamento na Puerto del Sol, em Madrid, que cresceu para incluir centenas de pessoas. Protests também foram registrados em Barcelona, Sevilha, Málaga e Cádiz.
O pacote precisa ser aprovado no Parlamento: o governo minoritário — formado pelos Socialists e pelo parceiro Sumar — terá 30 dias a partir da publicação do decreto para alcançar um acordo legislativo, informou a BBC. A ministra da Habitação, Isabel Rodríguez, está prevista para detalhar as medidas em coletiva anunciada para a terça‑feira.