Newsletter Subscribe
Enter your email address below and subscribe to our newsletter
Enter your email address below and subscribe to our newsletter







O governo progressista da Espanha sofreu uma derrota legislativa em 2 de outubro de 2026, quando o Parlamento rejeitou um pacote de decretos emergenciais destinados a enfrentar a crise de acessibilidade habitacional, informa a Agência Estado, reproduzida pelo CGN.
Os decretos foram condenados pelo voto contrário do partido separatista catalão Junts, que cumpriu anúncio prévio de oposição, combinado com os votos contra do Partido Popular (centro‑direita) e do Vox (extrema‑direita). A sessão incluiu um debate parlamentar de cinco horas.
Ao final do debate, Pedro Sánchez fez um apelo aos legisladores para aprovarem as medidas. Em seu discurso, ele afirmou: “O que está por trás desses decretos é o desejo de instaurar ordem e um senso de humanidade em um mercado que, se não o controlarmos, destruirá nossa sociedade”.
A reportagem aponta que não está claro qual será o próximo passo do governo. Segundo a Agência Estado, o governo pode trabalhar em nova legislação — a menos que Sánchez decida convocar eleição antecipada, hipótese que gerou especulações na mídia. A Associated Press foi citada ao relatar que o gabinete não respondeu às perguntas sobre esse tema.
Enquanto tramitava a votação, manifestantes marcharam em direção ao Parlamento exigindo medidas de apoio a inquilinos, conforme relatado pela Agência Estado. A rejeição dos decretos ocorre no contexto das preocupações públicas sobre a acessibilidade habitacional na Espanha.