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O President dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o cancelamento da transmissão ao vivo da execução do ex-psiquiatra do Exército Nidal Hasan por pelotão de fuzilamento, informou a BBC. Trump manteve a execução programada, mas disse que "muitas pessoas muito boas e bem-intencionadas prefeririam não vê-lo morrer".
A decisão de cancelar a transmissão ocorreu após ampla crítica nos Estados Unidos e no exterior, segundo a BBC. A publicação relata que, depois do anúncio do Pentagon na semana anterior de que a execução ocorreria em 3 de dezembro de 2026 e seria transmitida, houve uma cascata de críticas de grupos de direitos humanos e outros. As Nações Unidas qualificaram os planos como abomináveis.
Hasan foi condenado por disparar contra 13 soldados desarmados em Fort Hood, no Texas, em 5 de novembro de 2009, matou 13 pessoas e deixou outras 32 feridas, segundo a BBC. A execução por pelotão de fuzilamento será a primeira execução militar em mais de 60 anos, segundo BBC.
A matéria também recorda que a lei militar dos EUA exige aprovação presidencial para execuções militares e prevê revisão em instância de apelação antes da execução prosseguir.
O Pentagon anunciou na semana anterior que Hasan seria executado em 3 de dezembro de 2026 e que o evento seria transmitido; após críticas, Trump informou que a morte ocorrerá conforme o cronograma, mas sem transmissão pública, segundo a BBC. A reportagem menciona que as famílias poderão assistir pessoalmente, conforme declaração do President.
Todos os pontos acima são sustentados pela reportagem de Madeline Halpert publicada pela BBC em 15 de outubro de 2026, citada nesta matéria.