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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva rebateu críticas ao fim da escala de trabalho 6×1 durante a sessão solene de promulgação da emenda constitucional 141, realizada em 16 de outubro de 2026. segundo CGN da Agência Estado publicada pelo CGN, Lula afirmou que conquistas dos trabalhadores costumam enfrentar oposição de setores que alegam riscos econômicos.
Na cerimônia, o presidente pediu sensibilidade com quem trabalha e destacou que ninguém deseja falência de empresas, mas que também não é aceitável “o trabalhador morrer sem descanso”, conforme registrado pela Agência Estado.
A sessão solene foi conduzida pelo presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), e contou com a presença do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), segundo a mesma cobertura da Agência Estado.
Lula afirmou que é histórico o fato de haver resistência a direitos trabalhistas. "Toda vez que a sociedade conquista alguma coisa, Aparecem uma turma de um segmento da sociedade que não concorda, dizendo que não vai dar certo", disse o presidente, segundo a Agência Estado. Ele acrescentou que "não tem uma conquista do povo trabalhador que não Aparecem aqueles dizendo: ‘Olha, isso vai ser um atraso para o País, isso vai quebrar as empresas, isso vai quebrar a economia, isso não pode dar certo'".
O presidente também contrastou a rotina de trabalhadores com a de pessoas que têm liberdade para viajar e descansar, dizendo que não é possível faltar sensibilidade para com os trabalhadores.
No mesmo ato foi promulgada a emenda constitucional 140, que concede aposentadoria especial aos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. A Agência Estado cita o Ministério da Previdência ao informar que o impacto fiscal estimado é de R$ 27,9 bilhões em dez anos.