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Nome de Odete Roitman era Lucrécia Roitman no remake internacional (Foto: Globo, Divulgação e Reprodução)
Não é só o remake de Vale Tudo que apresentou um novo suspeito de ter matado Odete Roitman. A megera teve outro assassino ne versão internacional da trama.
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O primeiro remake da novela foi produzido para a comunidade hispânica dos Estados Unidos em 2002, em uma parceria da Globo com a emissora Telemundo e o desfecho foi diferente da primeira versão, de 1988.
Na versão internacional da trama, chamada de Vale Todo, a vilã teve outro nome: Lucrécia Roitman, interpretada pela veterana atriz cubana Zully Montero. O elenco era formado por atores hispânicos, de vários países da América Latina.
No último capítulo, é revelado que o assassino de Lucrécia Roitman é o mordomo Eugênio, vivido originalmente por Sérgio Mamberti (1939-2021) e interpretado no exterior por Julio Rodríguez. O personagem, na atual versão, é vivido por Luís Salém e também está entre os suspeitos.
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Eugênio se vinga de todas as maldades que a megera fez contra a filha dela, Heleninha (Alejandra Borrero), adorada e protegida pelo serviçal. A personagem foi de Renata Sorrah em 1988.
Vale lembrar que na novela original, a assassina de Odete Roitman (Beatriz Segall) era Leila (Cássia Kis). Ela atirou na milionária por engano, acreditando que quem estava em um encontro suspeito com Marco Aurélio (Reginaldo Faria) era a amante dele, Maria de Fátima (Gloria Pires).
Vale Todo foi uma tentativa da Globo de produzir uma novela exclusiva para o mercado internacional. Inédita no Brasil, a trama foi exibida na Telemundo, que tinha programação voltada para a comunidade de latino-americanos que vivem nos Estados Unidos.
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A história continuou sendo ambientada no Rio de Janeiro, onde também ocorreram as gravações, nos estúdios da Globo. Já o elenco foi formado por atores hispânicos, incluindo mexicanos, peruanos, argentinos, cubanos, colombianos e venezuelanos.
Galã na novela original, Antonio Fagundes fez uma participação especial com Salvador, pai da protagonista Raquel, interpretada no remake por outra conhecida do público brasileiro: Itatí Cantoral, que interpretou a vilã Soraya Montenegro em Maria do Bairro (1995).
A versão não foi um grande sucesso, Globo e Telemundo desistiram de produzir outros remakes cogitados na época. A parceria foi firmada em projetos pontuais: O Clone (2001) virou El Clon em 2010, enquanto Fina Estampa (2011) chegou ao exterior como Marido en Alquiler, em 2013.
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*Sob supervisão de Pablo Brito
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