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segundo CGN da Agência Estado publicada pela CGN, a Delta Air Lines registrou receita operacional total de US$ 20,19 bilhões no terceiro trimestre, acima da previsão média de analistas de US$ 17,65 bilhões.
No entanto, a companhia teve lucro líquido de US$ 756 milhões no período, queda de 47% em relação aos US$ 1,42 bilhão apurados no mesmo trimestre do ano anterior, em meio a custos elevados de combustível.
A receita consolidada incluiu vendas da refinaria da Delta no valor de US$ 2,6 bilhões, alta de 76%. Desconsiderando essas vendas, a receita operacional foi de US$ 17,59 bilhões, segundo a Agência Estado.
Os custos ajustados com combustível totalizaram US$ 4,1 bilhões no trimestre, aumento de 62% ante o mesmo período de 2025. A cifra ficou cerca de US$ 500 milhões acima da projeção apresentada pela companhia em julho, conforme a mesma reportagem.
O lucro por ação recuou de US$ 2,17 para US$ 1,15. O lucro ajustado por ação ficou em US$ 1,72, abaixo dos US$ 1,77 esperados por analistas consultados pela FactSet.
Diante do cenário de custos, a Delta reduziu sua projeção de lucro por ação para o ano: de uma faixa entre US$ 6,50 e US$ 7,50 para um intervalo de US$ 5,10 a US$ 5,60, segundo a Agência Estado.
Para o quarto trimestre, a companhia prevê lucro por ação entre US$ 1,15 e US$ 1,65, ante expectativa de US$ 1,43 dos analistas consultados pela FactSet. A receita do trimestre deve crescer cerca de 20% na comparação anual.
As estimativas para o período consideram um preço de combustível de US$ 4,25 por galão e um benefício de US$ 0,40 por galão proveniente da refinaria da empresa. O CEO Ed Bastian afirmou à Dow Jones Newswires que a companhia opera em “um dos ambientes de preços de combustível mais elevados dos últimos tempos”, mas destacou que a demanda por viagens permanece forte.