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O governador eleito do Paraná, Sergio Moro (PL), detalhou em entrevista ao programa Meio-Dia Paraná, da RPC, as principais medidas que pretende tomar imediatamente após a posse, em janeiro de 2027. Moro também afirmou que permanecerá no mandato de Senado até o final do ano e voltará a Brasília ainda esta semana para dar continuidade às votações.
Segundo o relato da entrevista, Moro disse que, durante a transição, iniciará projetos como a Tabela SUS Paranaense, com a expectativa de implementar a proposta já no primeiro semestre de 2027, e fará uma revisão das contas Pública com foco em prioridade fiscal.
Disse ainda que exigirá da Copel um plano de investimentos e melhorias no abastecimento de energia.
Na área de segurança, o governador eleito informou que quer montar forças-tarefa em janeiro para atuar contra o crime organizado e desarticular quadrilhas atuantes no estado. Também mencionou vigilância das obras e dos contratos de pedágio.
Moro afirmou que pretende formar um secretariado técnico, indicando que cargos como Infraestrutura, Saúde, Educação e Segurança Pública devem ser comandados por profissionais da área (por exemplo, engenheiro para Infraestrutura e médico para Saúde).
O governador eleito relatou ter recebido contato do atual governador Ratinho Junior, que se colocou à disposição para iniciar a transição. Segundo Moro, equipes de transição serão montadas em breve para dar continuidade a obras e projetos em andamento no Paraná.
Moro afirmou que não pretende se licenciar do Senado durante o período de transição, porque há pautas importantes a serem votadas até o fim do ano e porque atuará para eleger o aliado Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da disputa Presidência. O Senado que assumirá a vaga no lugar de Moro após a posse como governador, em janeiro de 2027, será o 1º suplente Luis Felipe Cunha (União Brasil), conforme informado na entrevista.
Na entrevista, Moro também destacou que a chapa dele elegeu dois senadores — Deltan Dallagnol (NOVO) e Filipe Barros (PL) — e que vários deputados federais aliados foram eleitos, o que, segundo ele, permitirá coordenação entre o governo estadual e o Legislativo.