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Uma mulher identificada como Dawn Light, 56, foi acusada de intimidação agravada de jurado depois de, segundo a BBC, ser detida por fotografar jurados ao saírem do tribunal em Plymouth, Massachusetts, durante o julgamento de Lindsay Clancy.
Light compareceu ao tribunal e declarou-se não culpada; sua advogada descreveu o episódio como um mal‑entendido.
Os promotores pediram fiança em dinheiro de US$ 50.000, valor que foi negado pelo juiz. Light, apontada pela reportagem como enfermeira registrada sem antecedentes criminais, recebeu ordem para manter distância dos terrenos do tribunal e das pessoas ligadas ao processo, além de não produzir ou disseminar fotografias que pudessem ter sido guardadas no iCloud.
O caso de Lindsay Clancy, cujo julgamento é transmitido ao vivo e tem atraído grande atenção da mídia, trata da acusação de assassinato de três crianças. Segundo a BBC, o juiz William Sullivan emitiu ordem proibindo fotografar ou filmar jurados, e o júri vinha deliberando desde quinta‑feira.
A reportagem também relata que dezenas de repórteres cercaram Light após a audiência; ao ser questionada por que queria ver Lindsay Clancy, ela respondeu: “Por que não?”, conforme citado pela BBC.
A matéria da BBC não detalha desdobramentos processuais imediatos além da audiência em que Light se declarou não culpada e das ordens temporárias impostas pelo tribunal.