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A segunda-feira, 7 de setembro, foi marcada por uma intensa movimentação dos candidatos à Presidência, que aproveitaram o feriado da Independência do Brasil para realizar atos, entrevistas e agendas políticas. As atividades ocorreram em diferentes estados, refletindo as prioridades de cada campanha nesta fase da disputa eleitoral.
Conforme informação divulgada pela Agência Brasil (EBC), a agenda dos postulantes ao cargo incluiu desde a participação em desfiles cívicos e o tradicional Grito dos Excluídos até a divulgação de mensagens em vídeo e visitas a projetos sociais. Cada candidato buscou reforçar suas propostas e dialogar com seus eleitores em um dia simbólico para o país.
A seguir, detalhamos como foi a rotina de cada presidenciável, destacando as principais pautas defendidas e os locais visitados pelos concorrentes ao Palácio do Planalto durante este feriado nacional.
A Avenida Paulista, em São Paulo, foi o principal ponto de encontro de diversos presidenciáveis. Flávio Bolsonaro (PL) participou de ato em frente ao Masp, onde prometeu ser radical contra facções criminosas, defendendo a classificação como narcoterroristas e a redução da maioridade penal. No mesmo local, Romeu Zema (Novo) realizou ato e defendeu mudanças na indicação de ministros para tribunais superiores, sugerindo nomes com mais de 60 anos e trajetória acadêmica.
Também na capital paulista, Clariana Barão (DC) participou de manifestação na Avenida Paulista, defendendo a ampliação da presença feminina na política, enquanto Renan Santos (Missão) esteve no Obelisco do Parque do Ibirapuera, onde pediu punições mais rígidas, como prisão, para ministros do STF.
O Grito dos Excluídos reuniu candidatos com pautas voltadas aos trabalhadores e à soberania nacional. Hertz Dias (PSTU) participou do ato em Cajamar, enfatizando a necessidade de enfrentar o imperialismo e controlar as riquezas do país. Já Rui Costa Pimenta (PCO) esteve no ato em São Paulo, reiterando propostas como a redução da jornada de trabalho para 35 horas semanais e o controle estatal da Petrobras.
Em outras regiões, Samara Martins (UP) visitou a Ocupação Welfesom Alves, em Belém, no Pará, reforçando a importância da dignidade do povo. Em Goiânia, Ronaldo Caiado (PSD) acompanhou o desfile do 7 de Setembro, declarando que seu foco será o combate ao crime organizado para garantir a liberdade dos cidadãos.
Nem todos os candidatos realizaram atos presenciais no Brasil. Edmilson Costa (PCB) cumpriu agenda da secretaria-geral do partido em Lisboa, Portugal. Enquanto isso, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não teve agenda pública de campanha registrada para este feriado.
O candidato Wilson Grassi (Democrata) optou por uma mensagem em vídeo, focando na causa animal e na gestão integrada da saúde. Por fim, Augusto Cury (Avante) esteve no Rio de Janeiro, em Copacabana, onde prometeu financiar 10 milhões de microempresas e criar o Banco do Empreendedor para apoiar a economia nas comunidades.
1. Todos os presidenciáveis tiveram agenda pública no dia 7 de Setembro? Não, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não realizou agenda pública de campanha na segunda-feira.
2. Onde ocorreu a maioria dos atos dos candidatos? A cidade de São Paulo concentrou a maior parte das manifestações, especialmente na Avenida Paulista e no Parque do Ibirapuera.
3. Quais foram as propostas mais comuns para o Judiciário? Candidatos como Flávio Bolsonaro e Renan Santos defenderam medidas rigorosas contra ministros do STF, enquanto Romeu Zema propôs mudanças nos critérios de indicação para tribunais superiores.
4. Algum candidato realizou agenda fora do Brasil? Sim, o candidato Edmilson Costa (PCB) cumpriu compromissos da secretaria-geral do seu partido em Lisboa, Portugal.
5. Quais temas sociais foram destaque nas agendas? Temas como o combate à criminalidade, direitos dos trabalhadores, proteção animal e fomento ao microempreendedorismo foram os principais focos dos discursos dos candidatos durante o feriado.