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O advogado Thomas Giuffra afirmou que a mulher que alega ter sido estuprada em uma fraternidade da Universidade Cornell está “sob cerco” nas redes sociais, com pessoas tentando identificar a vítima. Segundo Giuffra, a cliente — chamada de Jane Doe nos documentos judiciais — tinha 20 anos na época dos fatos e não estava em condições de dar consentimento por estar “completamente, grossamente intoxicada”.
A reportagem é da BBC, que entrevistou Giuffra e acompanhou desdobramentos do caso.
Giuffra disse à BBC que postagens nas redes sociais têm tentado identificar Jane Doe e que trabalhos de “investigadores amadores” chegaram a apontar equivocadamente outras mulheres como a vítima. A BBC relata também que centenas de usuários publicaram vídeos de solidariedade com a hashtag “I am Jane Doe”, tentando dificultar buscas pela identidade da acusadora e compartilhando relatos pessoais de violência sexual.
A reportagem cita ainda tentativas de localizar endereços dos chamados “Cornell Seven” e registra ao menos um caso de identidade equivocada: um sargento do US Marine Corps com o mesmo nome de um dos homens foi erroneamente citado como destinatário da ação, o que, segundo o Free Press (veículo externo citado pela BBC), resultou em uma onda de abusos e ameaças.
– As informações da matéria são baseadas em entrevistas e reportagens publicadas pela BBC.
– Thomas Giuffra é citado como advogado da mulher que Figure como Jane Doe nos autos.
– A mulher alega que foi estuprada por sete homens em 2024; trata-se de uma acusação, conforme reportado pela BBC.
Fontes: reportagem da BBC, com material de Max Matza e citações a veículos externos mencionados na cobertura.