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A Field2C oferece a empresas com técnicos em campo uma agenda que mostra a capacidade do time, os horários disponíveis e as prioridades do dia, em um país no qual 45% das indústrias ainda praticam a manutenção reativa, segundo dados da Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos (Abraman) citados em A Gazeta em 25 de maio de 2026.
A fonte do dado é o artigo de opinião de Rodrigo Dal Moro, CEO da IndustriALL, publicado em A Gazeta, que atribui o dado à Abraman.
Quase metade pratica a manutenção reativa, de acordo com a Abraman, enquanto menos de um quarto já trabalha com gestão orientada por dados.
Além dos 45% de indústrias que atuam em manutenção reativa, o artigo de Rodrigo Dal Moro em A Gazeta, de 25 de maio de 2026, atribui à Abraman o dado de que apenas 23% alcançaram um estágio mais avançado de digitalização e gestão orientada por dados.
Segundo a Abraman, citada por Rodrigo Dal Moro em A Gazeta em 2026, os custos de manutenção representam cerca de 5% do faturamento bruto das empresas.
Na manutenção reativa, a equipe técnica é chamada depois da parada, e por isso a agenda do dia muda a cada chamado que entra. Manutenção e assistência técnica estão entre os segmentos que a Field2C diz atender, e é nessa rotina de chamados que a sua agenda entra.
Ela reúne, em uma visão só, a capacidade do time, os horários disponíveis e as prioridades do dia, antes de o atendimento ser prometido.
É assim que a empresa descreve a agenda no site field2c.com. No fluxo que ela apresenta, o cliente abre o chamado, o gestor agenda o atendimento e o sistema monta a rota que o técnico recebe no aplicativo, com base na distância e na disponibilidade de cada profissional.
Para a gestão da equipe técnica, a Field2C parte dessa agenda, que mostra a capacidade do time e os horários disponíveis antes de o gestor marcar mais um chamado, em uma rotina de manutenção reativa na qual o dia muda a cada parada.
A plataforma trabalha com quatro perfis de usuário, técnico, supervisor, gestor e administrativo, e registra cada atendimento em uma ordem de serviço com o histórico de execução do cliente.
Segundo a empresa, a base é a mesma para todos os segmentos e o que muda são as configurações de fluxo, que cobrem energia, telecomunicações, manutenção, facilities, climatização, refrigeração, assistência técnica e prestadores de serviço.
Ainda em fase inicial, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), apesar de a maioria das empresas já usar alguma tecnologia digital.
A Sondagem Especial Indústria 4.0 da CNI, divulgada pela Agência de Notícias da Indústria em 26 de abril de 2022, mostra que 69% das indústrias usavam ao menos uma tecnologia digital em 2021, contra 48% em 2016, entre 18 tipos de tecnologias digitais analisados.
No levantamento da Confederação Nacional da Indústria de 2022, 31% das indústrias ainda não tinham adotado nenhuma das tecnologias, 26% usavam de uma a três e apenas 7% adotaram dez ou mais.
Os levantamentos da CNI e da Abraman são distintos e seus números não se somam, mas os dois descrevem uma digitalização ainda em construção.
Pelo momento em que a equipe age, que pode ser depois da falha, por programação ou pelo acompanhamento dos parâmetros do equipamento.
No questionário do Documento Nacional 2022, a Abraman define a manutenção corretiva como a efetuada após parada por falha ou quebra de equipamento, a preventiva como a que segue programação preestabelecida e a preditiva como a que se apoia no acompanhamento dos parâmetros dos equipamentos ou sistemas.
O mesmo questionário pede a cada empresa o percentual de horas-homem de manutenção gasto em cada uma das três modalidades. Para quem coordena técnicos, a diferença aparece na agenda, porque a manutenção corretiva depende do chamado e as outras duas dependem de planejamento.
| Modalidade | Quando a equipe age | O que a operação precisa ter à mão |
| Corretiva | Depois da parada por falha ou quebra | Técnico disponível no dia e registro do chamado |
| Preventiva | Conforme a programação preestabelecida | Agenda planejada e checklist da visita |
| Preditiva | Conforme o acompanhamento dos parâmetros | Histórico de execução e monitoramento do equipamento |
Porque equipamentos mais antigos tendem a ter mais problemas e falhas, o que alimenta a manutenção reativa, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI).
A Sondagem Especial Idade e Ciclo de Vida das Máquinas e Equipamentos no Brasil, divulgada em 25 de julho de 2023, ouviu 1.682 empresas das indústrias extrativa e de transformação e 356 da construção. As máquinas e equipamentos têm, em média, 14 anos, e 38% estão próximos ou já passaram do ciclo de vida indicado pelo fabricante.
Por setor, a sondagem da Confederação Nacional da Indústria de 2023 aponta média de 20 anos nos biocombustíveis, 18 na metalurgia e 17 em impressão e gravação, e de 10 anos em manutenção e reparação.
A CNI associa a idade dos equipamentos a maiores custos de manutenção e observa que, quanto mais perto do fim da vida útil, mais difícil fica encontrar peças compatíveis.
A mesma notícia da Agência de Notícias da Indústria registra que a idade das máquinas também afeta a eficiência energética e que a defasagem torna mais difícil a adoção de tecnologias da Indústria 4.0.
Os que nascem do registro de cada atendimento, como retrabalho, tempo médio para reparo e serviços acumulados.
São os indicadores que o questionário do Documento Nacional 2022 pergunta às empresas, ao lado de custo, disponibilidade operacional e satisfação do cliente. Outras perguntas querem saber se a área de manutenção tem sistema informatizado de gestão e aplicativo de celular ou tablet para a equipe.
O questionário mapeia ainda a estrutura da equipe, ao perguntar se a área de manutenção é centralizada, descentralizada ou mista e quantos empregados próprios e terceirizados ela tem.
O painel da Field2C acompanha produtividade, SLA, tempo médio, deslocamento e satisfação, informa a empresa. É no aplicativo da Field2C que o técnico recebe a agenda do dia, e ele funciona sem sinal e sincroniza com a gestão quando a conexão volta, segundo a plataforma.
Depois, quando o técnico só é chamado após a falha, e antes, quando a visita já estava na programação preestabelecida.
No grupo que age depois da parada, o da manutenção reativa, a agenda do dia muda a cada chamado. Ele reúne 45% das indústrias brasileiras, segundo a Abraman citada por Rodrigo Dal Moro em A Gazeta em 2026, enquanto só 23% já alcançaram um estágio mais avançado de digitalização e gestão orientada por dados.
Em quase metade das indústrias, portanto, o técnico ainda age depois da falha, e é essa a rotina que a agenda do time técnico precisa comportar.