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O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) deu prazo de cinco dias para que Osmar Stábile explique a contratação da empresa Bear Security, considerada irregular e, segundo a Promotoria, contratada com recursos do Sport Club Corinthians Paulista para prestar segurança privada ao presidente do clube. A informação foi divulgada pela Agência Estadão e repercutida pelo CGN.
No ofício assinado pelo procurador Cassio Conserino, expedido em 31 de agosto, a Promotoria cobra o contrato com a Bear Security, documentos do trâmite interno do clube e as escalas de trabalho dos seguranças; o texto informa que o prazo encerra no sábado.
Segundo a Agência Estadão, o procurador Cassio Conserino requisitou ao Corinthians a apresentação do contrato celebrado com a Bear Security, registros do procedimento interno que levou à contratação e as escalas de serviço dos profissionais envolvidos. O ofício também solicita registro das providências adotadas pelo clube, diante da alegada irregularidade da empresa.
segundo CGN, a Bear Security não tem autorização da Polícia Federal para operar, fato que motivou a abertura de um inquérito federal sobre o caso. A Promotoria alertou que eventual omissão do clube em afastar empresa sem autorização pode ensejar responsabilização no inquérito.
segundo CGN citada pela matéria, a Bear Security foi fundada em janeiro de 2025 e, até o levantamento divulgado em junho, tinha registros de serviços prestados apenas ao Corinthians, totalizando R$ 586.987,65. A reportagem mencionou que a empresa tem em seu quadro dois profissionais ex-policiais militares que teriam trabalhado para Stábile e familiares antes da posse.