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Rafaela Marques de Morais Silva, do Colégio Positivo – Londrina, obteve nota 9,4 em sua primeira participação na competição, que estimula o interesse de jovens pela ciência, tecnologia e inovação.
Com uma trajetória marcada pela participação em diferentes competições acadêmicas, a estudante Rafaela Marques de Morais Silva, da 1ª série do Ensino Médio do Colégio Positivo – Londrina, conquistou a medalha de bronze em sua primeira participação na Olimpíada Nacional de Nanotecnologia (ONANO), com nota 9,4. Considerada uma das principais iniciativas de ensino de nanotecnologia do Brasil, a competição já reuniu mais de 34 mil participantes.
Para se preparar, Rafaela estudou conceitos básicos de nanotecnologia em videoaulas e contou com conhecimentos desenvolvidos nas aulas de Física, Química, Biologia e Matemática, além do apoio de familiares e professores. “Fiquei muito feliz. É sempre gratificante ver bons resultados depois de se esforçar. Receber essa notícia foi uma recompensa pelo meu estudo e mostrou que estou no caminho certo”, conta Rafaela.
Organizada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a ONANO busca aproximar os estudantes da nanotecnologia e de conceitos relacionados à ciência, à tecnologia e à inovação. Além da Olimpíada, a iniciativa oferece uma trilha de aprendizagem com mais de oito horas de conteúdo, com foco em alfabetização científica.
Trajetória reúne olimpíadas e produção literária
O bronze na ONANO se soma a uma trajetória de participação em diferentes competições acadêmicas. Rafaela já participou da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), do Canguru de Matemática, competição internacional que estimula o raciocínio matemático, e de olimpíadas de Química e Física, voltadas ao conhecimento e à resolução de problemas nessas áreas. Ela também conquistou a medalha de ouro na Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), que reúne conhecimentos de diferentes áreas das ciências.
A estudante também acumula 16 Posicobras, premiação por desempenho de excelência ao longo dos bimestres, e já teve sete textos publicados no Palavra Viva, tradicional projeto e concurso literário promovido há décadas pelos colégios da Rede Positivo.
Para a professora bilíngue e head do Programa de Inovação do Colégio Positivo – Londrina, Janaína Cittolin, a participação em diferentes competições é uma característica marcante da estudante. “O que mais chama a atenção na Rafaela é a sua constância e disposição para novos desafios. Ela é uma estudante que participa recorrentemente de olimpíadas e competições acadêmicas, apresenta um desempenho escolar acima da média e já possui uma trajetória marcada por diferentes premiações”, destaca.
Estreia do colégio na competição
A conquista também marca a estreia do Colégio Positivo – Londrina na ONANO. Em 2026, a escola passou a incentivar a participação dos estudantes em diferentes Olimpíadas do Conhecimento por meio da Posideias. Foi nesse contexto que Rafaela conheceu a competição e decidiu participar, com incentivo da escola e dos professores.
Para a professora, apresentar diferentes competições amplia as possibilidades de os estudantes identificarem novos interesses e desenvolverem seus talentos.
“A medalha da Rafaela reforça a importância de uma cultura escolar que valoriza a capacidade de lidar com desafios acadêmicos. Espero que essa primeira medalha na ONANO incentive ainda mais alunos a se interessarem por nanotecnologia, descobrindo novas áreas de interesse e potencializando seus talentos”, conclui.