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Gaeco deflagra Operação Paralelo Infame para apurar crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo policial civil e particulares

Gaeco deflagra Operação Paralelo Infame para apurar crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo policial civil e particulares

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O Núcleo de Foz do Iguaçu do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, com o apoio da Corregedoria da Polícia Civil do Paraná, deflagrou na manhã desta terça-feira, 28 de julho, a Operação Paralelo Infame, que apura a prática dos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro supostamente cometidos por um policial civil de Foz do Iguaçu em associação com particulares.

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Acesse áudio do Promotor de Justiça Andre Luiz Querino Coelho

Foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nos municípios de Foz do Iguaçu e Santa Terezinha de Itaipu, no Oeste do estado. Também foi determinado o sequestro e a indisponibilidade de 11 imóveis de alto padrão registrados em nome dos investigados e avaliados em R$ 2.285.300,00, além do bloqueio de valores e ativos financeiros até o montante de R$ 6.520.000,00.

Apreensões – As medidas cautelares foram autorizadas pelo Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Foz do Iguaçu e tiveram como objetivo a apreensão de aparelhos celulares, documentos, valores em espécie e outros elementos de prova relacionados aos fatos investigados.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram localizados artigos de luxo pertencentes aos investigados e que teriam vinculação às atividades criminosas, como instrumentos musicais (piano de cauda, guitarra e violão) e bolsas de grife. Esses produtos também foram apreendidos para subsidiar as investigações.

Investigação – Conduzida pelo Núcleo Regional do Gaeco em Foz do Iguaçu, a investigação teve início em outubro de 2024, após a prisão por tráfico de drogas, em Cascavel, do policial civil investigado. As diligências realizadas desde então apontaram indícios de que o agente de segurança constituiu patrimônio incompatível com sua renda declarada e teria ocultado bens de origem ilícita por meio de terceiros, utilizando-os em negociações imobiliárias.

O policial civil está preso, mas em razão de outros fatos anteriormente investigados.

Denúncias – O Núcleo Regional do Gaeco em Foz do Iguaçu recebe informações e denúncias pelo telefone (45) 3308-1344 ou pelo e-mail [email protected].

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

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