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A queda brusca de temperatura registrada no Paraná nos últimos dias acendeu o alerta para o aumento das Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAGs) em todo o Estado. Diante desse cenário, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a necessidade de a população atualizar a carteira de vacinação e saber identificar corretamente os sintomas de gripe, resfriado, Covid-19 e outras condições respiratórias para buscar o atendimento adequado.
O secretário estadual da Saúde, César Neves, enfatiza que a imunização é o principal recurso para enfrentar o rigor climático.
“A primeira grande dica é a vacinação. Entendemos que a imunização é uma forma efetiva de evitarmos ou mesmo mitigarmos os efeitos de várias infecções respiratórias, salvaguardando as populações mais vulneráveis”, afirma Neves à Agência Estadual de Notícias (AEN).
Embora os sintomas de várias doenças respiratórias sejam parecidos, cada quadro possui características específicas que auxiliam no diagnóstico inicial. Confira:
O secretário orienta que, em caso de febre persistente por mais de três dias, falta de ar, confusão mental ou desidratação, o paciente deve retornar ou procurar imediatamente uma unidade de saúde.
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza continua em vigor no Paraná até o fim de maio. Desde o início da mobilização, no final de março, até a primeira dezena de maio, o Estado aplicou mais de 1,5 milhão de doses. Desse total, 759 mil foram destinadas a idosos com mais de 60 anos e 150 mil a crianças entre 6 meses e 6 anos — as faixas etárias mais suscetíveis ao agravamento da doença.
A meta da Sesa é imunizar 90% dos grupos prioritários, que incluem crianças, idosos e gestantes. O Estado conta com uma estrutura de 1.850 salas de vacinação distribuídas pelos 399 municípios.