Enter your email address below and subscribe to our newsletter

Indústria bélica brasileira cresce 13% e atrai multinacionais

Indústria bélica brasileira cresce 13% e atrai multinacionais

Share your love

O investimento brasileiro em defesa cresceu 13% em 2025, impulsionado pelo aumento das tensões geopolíticas que elevaram os gastos militares globais para US$ 2,9 trilhões. O crescimento fortalece empresas nacionais como Embraer e Taurus e atrai multinacionais para parcerias estratégicas no país. As informações são da Gazeta do Povo.

A Embraer consolidou-se como a maior empresa brasileira de defesa, com uma carteira de pedidos bilionária. O destaque é o cargueiro multimissão KC-390 Millennium, que possui contratos com a Força Aérea Brasileira e oito países europeus e asiáticos. A empresa fechou recentemente um acordo histórico com os Emirados Árabes Unidos e disputa uma concorrência de US$ 11 bilhões para fornecer aeronaves à Índia.

A fabricante gaúcha Taurus Armas foca na expansão de sua parceria na Índia, onde já entregou milhares de armas, e mantém forte presença nos Estados Unidos. A empresa planeja adquirir uma fábrica na Turquia para dominar a tecnologia de metralhadoras de grande calibre e exportar globalmente sem sofrer com embargos.

Avibrás retoma operações após aporte de R$ 300 milhões

A Avibrás, tradicional fabricante de foguetes e mísseis, retomou suas operações em abril de 2026 após um aporte de R$ 300 milhões de investidores. Rebatizada como Avibrás Aeroco, a empresa agora é considerada estratégica pelo Ministério da Defesa, o que garante incentivos e prioridade em compras públicas para o desenvolvimento de tecnologias críticas de propulsão.

Grandes grupos globais como a sueca Saab e a alemã Thyssen Krupp utilizam o Brasil como plataforma de produção e exportação. A Saab produz o caça Gripen em parceria com a Embraer em São Paulo, enquanto a Thyssen Krupp lidera o Programa de Fragatas Classe Tamandaré em Santa Catarina. Essas parcerias geram milhares de empregos qualificados e transferem tecnologia para o país.

Setor naval dobra empregos formais em Itajaí

O Brasil tem investido no setor naval por meio de projetos estratégicos como a construção das fragatas da classe Tamandaré e a aquisição de submarinos em parceria com a França. Em Itajaí (SC), a revitalização do polo naval dobrou o número de empregos formais no setor, envolvendo uma cadeia de suprimentos com cerca de mil empresas brasileiras.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região!

Mais Notícias

Home Page – Início

Fonte do Artigo
See more: The Global Track

Corinthia Mes

Compartilhe seu amor