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Prisão de fuzileiro naval dos EUA por suspeita de homicídio reaviva protestos em Okinawa

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Acusado, um fuzileiro de 20 anos foi detido pela polícia japonesa após a morte de Anna Yagi em um hotel de Naha; moradores protestaram.

A polícia japonesa prendeu um fuzileiro naval dos Estados Unidos suspeito de roubar e matar uma mulher em um quarto de hotel em Naha, na prefeitura de Okinawa, reacendendo a indignação local contra a presença militar American na ilha.

O suspeito foi identificado pela imprensa como Lance Corporal Devin Jacob Ballard, 20 anos, vinculado à III Marine Expeditionary Force e estacionado na Marine Corps Air Station Futenma, em Ginowan. A vítima foi identificada como Anna Yagi, 39 anos, encontrada morta na madrugada de 3 de outubro, segundo BBC com material da AFP.

O que as autoridades relatam

Segundo a polícia japonesa, as Images de segurança mostram um homem que entrou no hotel com a mulher e saiu sozinho levando os pertences dela. Mídia local, citando a polícia, informou que Yagi aparentava ter sido estrangulada com um cordão.

A polícia afirmou que Ballard está sob custódia japonesa porque o suposto crime não estaria relacionado ao exercício oficial de funções. A reportagem lembra que a determinação de qual país tem jurisdição pode depender de essa relação existir ou não.

Reações e protestos

Após a divulgação do caso, cerca de 100 pessoas se reuniram em protestos em Naha e em Tóquio, e usuários nas redes sociais manifestaram raiva e cobrança por justiça — um deles escreveu em inglês: “Enough is enough”.

O governo japonês, por meio da primeira-ministra Sanae Takaichi, registrou um protesto formal junto a Washington, informou a cobertura da BBC.

Contexto em Okinawa

Desde a devolução da ilha ao controle japonês em 1972, a prefeitura de Okinawa registra 6.409 prisões relacionadas a militares dos EUA, diz a reportagem. O texto também relembra casos de grande comoção pública, citando crimes anteriores que aumentaram a oposição local à presença militar.

As autoridades informaram que a investigação está em curso e que as ações seguintes dependerão das apurações policiais e da eventual apresentação de acusações formais.

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fabioaugusto
REDAÇÃO: UBIRATÃ ONLINE - FÁBIO AUGUSTO CELESTINO

Desde 2003 trabalhando com notícias.

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