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[AVISO: Este artigo contém grandes spoilers sobre o final e a história de Resident Evil Requiem. Lê por tua conta e risco.]
Resident Evil Requiem introduz uma forte componente de escolha na sua reta final. Ao contrário da narrativa linear tradicional da franquia, a nova protagonista Grace Ashcroft depara-se com uma decisão fulcral no interior da instalação ARK: destruir ou libertar o segredo do governo conhecido apenas como “Elpis”.
Esta escolha não altera apenas a última cutscene, mas bifurca o destino de personagens lendárias e dita os combates finais que o jogador terá de enfrentar.
Se o jogador optar por destruir a substância Elpis, a narrativa entra num tom tom escuro e fatídico, culminando naquele que a comunidade já apelida de “Mau Final”:
Este final não apresenta uma verdadeira conclusão épica ou uma batalha de bosses tradicional, servindo como uma consequência punitiva para a escolha de Grace.
Em contrapartida, se optares por libertar a substância, revelas a verdadeira natureza do enredo e desbloqueias o final canónico e mais satisfatório de Resident Evil Requiem. A decisão altera os eventos da seguinte forma:
Ambos os finais mostram que a Capcom não tem receio de explorar territórios narrativos mais sombrios, recompensando os jogadores que prestam atenção às pistas deixadas ao longo da campanha com a conclusão mais completa e auspiciosa.